O investigado pela Polícia Federal compartilhou uma publicação do portal de notícias UOL, que classificou como “inadmissível” a “fala bolsonarista” do presidente da Venezuela sobre o processo eleitoral brasileiro
Sem apresentar provas, o Presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, criticou o processo eleitoral nos EUA e na Colômbia e disse que no Brasil as eleições são inauditáveis, em narrativa comum a bolsonaristas.
Maduro enfatizou que seu país realiza 16 auditorias e criticou a falta de auditorias em outros países, reafirmando a promessa de democracia, liberdade e paz no país.
Por conta disso, o ex-presidente brasileiro declarado inelegível, Jair Bolsonaro, usou as redes sociais para afirmar, em inglês: “Maduro is my fiend, kkkkkk“.
O investigado pela Polícia Federal compartilhou uma publicação do portal de notícias UOL, que classificou como “inadmissível” a “fala bolsonarista” do presidente da Venezuela.

Maduro levanta preocupações no mundo inteiro após fala sobre o risco de um “banho de sangue” e uma “guerra civil” na Venezuela, caso ele não seja reeleito.
O governo brasileiro inicialmente minimizou o discurso, mas posteriormente afirmou que só atuaria na questão se fosse chamado por representantes de Maduro e da oposição. Lula, ao ser questionado, disse que os venezuelanos devem eleger quem quiserem.
Com a repercussão das falas de Maduro e um movimento regional de pressão, Lula retomou o tema em uma coletiva de imprensa, expressando surpresa e criticando as declarações do presidente venezuelano.
O estadista enfatizou a importância da transição pacífica de poder e anunciou o envio de observadores brasileiros para acompanhar o processo eleitoral em Caracas.
Maduro, em resposta, sugeriu que aqueles que se incomodaram com suas declarações tomassem um chá de camomila, fazendo referência às palavras de Lula.
