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Ato de Bolsonaro na Paulista pode ser último antes da prisão, prevista por aliados para outubro

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    Ex-presidente inelegível até 2030 e réu por tentativa de golpe de Estado tem futuro jurídico definido nas próximas semanas – SAIBA MAIS

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    Brasília, 15 de junho de 2025

    O ex-presidente Jair Bolsonaro podendo estar vivendo seus últimos dias de liberdade.

    Advogados que representam outros réus do processo relatado pelo ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal), calculam que sua condenação e prisão se dará, no máximo, até outubro.

    Aliados do ex-presidente e até mesmo sua família creem nessa possibilidade, segundo Mônica Bergamo, da Folha de S. Paulo.

    O réu, acusado pela PGR (Procuradoria-geral da República) de liderar a trama golpista, estará, mais uma vez, bloqueando a Avenida Paulista, em São Paulo, em outro de seus atos que também foi convocado por Silas Malafaia.

    A manifestação “Justiça Já” pode ser o “último grande ato público de Bolsonaro“, diz o Blog do Esmael, antes da detenção provável para cumprimento de condenação cada vez mais impossível de se livrar.

    Caso se confirme, a prisão de Bolsonaro atenderá parte do público virtual em seu insistente e crescente questionamento aos buscadores da internet: “Quando Bolsonaro será preso?“

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    De acordo com a Veja, Mauro Cid, ex-ajudante de ordens de Bolsonaro, teria mentido durante suas audiências, além de ter violado medidas impostas por Moraes.

    O réu “colaborador“, como foi tratado durante o último interrogatório no STF, renunciou ao silêncio, presumindo-se que ele, nesta condição, se obrigaria a repassar ao Tribunal as informações que possui, dizendo a verdade sobre o que sabe. Mas a matéria diz que há a possibilidade de sua delação ser rescindida.

    Cid ordens fez acusações graves contra Moraes, em março, quando tentou desqualificar seus próprios depoimentos afirmando que investigadores da Polícia Federal o pressionaram a relatar fatos que nunca ocorreram além de ter que argumentar sobre não sabia.

    A publicação mostra a opinião de juristas sobre como a mentira o deixará desacreditado, possibilitando que advogados de outros réus digam que as provas contra seus clientes não sustentam as acusações.

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