Mais cedo, o ex-presidente indiciado pela Polícia Federal disse que não descarta um refúgio em alguma Embaixada: “Quem se vê perseguido, pode ir para lá“
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O ex-presidente inelegível até 2030 e indiciado pela PF (Polícia Federal) por tentativa de golpe de Estado, abolição violenta do Estado Democrático de Direito e Organização Criminosa, Jair Bolsonaro (PL), afirmou que “assim que chegar o convite” do presidente eleito dos Estados Unidos, Donald Trump, irá fazer “um pedido” ao ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Alexandre de Moraes, “para ter” seu “passaporte e poder ir à posse”.
O documento do ex-presidente está retido pela PF a pedido do magistrado desde o dia 8 de fevereiro. Em março, advogados de Bolsonaro solicitaram a devolução do documento para que ele viajasse a Israel, mas a solicitação foi negada por Alexandre de Moraes.
Mais cedo, o inelegível até 2030 foi questionado pelo UOL se temia ser preso e se cogitava exílio. Ele respondeu que “embaixada, pelo que eu vejo a história do mundo, né, quem se vê perseguido pode ir pra lá. Se eu devesse alguma coisa, estaria nos Estados Unidos, não teria voltado“.
Depois, Bolsonaro desfez as afirmações e disse à CNN que não tem nenhuma pretensão em sair do Brasil. “Não vou sair do meu país. Repito: não vou sair do meu país, porque não fiz nada de errado. Se eu tivesse esse sentimento, de ter feito algo errado, eu teria ficado nos Estados Unidos”.
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