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Bolsonaro almoçou secretamente com Gusttavo Lima e Tarcísio, antes do cantor desistir da Presidência

    Ex-presidente indiciado, denunciado e tornado réu tenta manter influência, apesar das barreiras legais, e agora planeja novo ato pró-anistia na Paulista – SAIBA MAIS

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    Brasília, 4 de abril de 2025

    O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) realizou um almoço secreto com o cantor Gusttavo Lima e o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), no dia 14 de março, no Palácio dos Bandeirantes, em São Paulo.

    O encontro, que só veio à tona recentemente, teve como foco discussões sobre o cenário político para as eleições de 2026.

    Cinco dias após a reunião, Gusttavo Lima anunciou ao portal Metrópoles que desistiu de sua pré-candidatura à Presidência. Paralelamente, Bolsonaro prepara um novo ato pró-anistia aos presos do 8 de janeiro, marcado para este domingo (6/abr), na Avenida Paulista.

    ALMOÇO SECRETO: ESTRATÉGIAS PARA 2026

    O encontro sigiloso entre Bolsonaro, Gusttavo Lima e Tarcísio, revelado por posts no X e confirmado por fontes jornalísticas, evidencia articulações políticas da direita para as próximas eleições presidenciais.

    Segundo o jornal O Globo, a reunião ocorreu em um momento de redefinição do campo conservador, com Bolsonaro inelegível até 2030 e nomes como Tarcísio e Gusttavo Lima sendo cotados para sucedê-lo.

    A desistência do cantor, que inicialmente sinalizara interesse em concorrer pelo União Brasil ou PP, sugere um possível alinhamento com os planos do ex-presidente, que insiste em se manter como protagonista, conforme afirmou à CNN Brasil, em janeiro.

    Fontes próximas a Bolsonaro, citadas pelo UOL, indicam que o ex-presidente viu a movimentação de Gusttavo como uma “traição” inicial, mas o almoço pode ter servido para realinhar estratégias. Tarcísio, por sua vez, mantém-se como um nome forte na centro-direita, equilibrando apoio a Bolsonaro e uma imagem mais moderada.

    NOVA ATO NA PAULISTA: PRESSÃO PELA ANISTIA

    Bolsonaro convocou apoiadores para um ato na Avenida Paulista neste domingo (6/abr), o primeiro em São Paulo após o Supremo Tribunal Federal (STF) aceitar denúncias contra ele por tentativa de golpe de Estado.

    A manifestação tem como principal bandeira a defesa da anistia aos condenados pelos atos golpistas de 8 de janeiro de 2023.

    Governadores aliados, como Tarcísio de Freitas, Romeu Zema (Novo-MG) e Jorginho Mello (PL-SC), confirmaram presença, reforçando a pressão sobre o Congresso para aprovar o projeto de lei relatado por Rodrigo Valadares (União-SE).

    O ex-presidente também busca demonstrar força política em meio a desafios jurídicos. Atos anteriores, como o de Copacabana em março, tiveram adesão menor que o esperado, mas Bolsonaro aposta na Paulista, palco de grandes mobilizações passadas, para reverter esse cenário.

    A participação de Michelle Bolsonaro e outras figuras da direita, como Bia Kicis (PL-DF) e Damares Alves (Republicanos-DF), intensifica a campanha, que ganhou símbolos como o batom e a figura de Débora Rodrigues, condenada no 8/1.

    CONTEXTO POLÍTICO E REPERCUSSÕES

    A movimentação ocorre em um cenário de fragmentação da direita, com nomes como Ronaldo Caiado (União Brasil-GO) e Pablo Marçal (PRTB) também se articulando para 2026. Enquanto isso, a esquerda organiza atos contra a anistia, como o realizado em 30 de março na Paulista.

    A polarização segue evidente, com Bolsonaro tentando manter sua influência apesar das barreiras legais.

    Jair Bolsonaro ao lado de Tarcísio de Freitas em 11 de setembro de 2020 | Foto de Alan Santos

    Gusttavo Lima e Bolsonaro | foto de Pedro Ladeira/Folhapress

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