Saiba o que acontecerá se o candidato derrotado para Lula resolver ficar na sede e na residência oficial do novo Presidente do Brasil
Jair Bolsonaro (PL), candidato derrotado na eleição de outrubro para o Presidente eleito e já diplomado, que aguarda posse daqui a seis dias, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), ainda se encontra no Palácio do Alvorada, residência oficial do Presidente da República, que será o lar de Lula e da futura primeira-dama do Brasil, Rosângela da Silva, a partir de 1º de janeiro de 2023.
O ainda presidente, que conseguiu a proeza de se tornar o primeiro da história brasileira a não conseguir uma reeleição, tem até o fim de seu mandato para sair do local, mas ele ainda não deu nenhuma declaração sobre quando pretende desocupar o espaço. Assim, o portal de notícias UOL resolveu argumentar sobre “o que acontece caso Bolsonaro se recuse a deixar sua cadeira no Palácio do Planalto?
De acordo com o texto de Marina Marini para a mídia, “o ato consistiria no crime de Abolição violenta do Estado Democrático de Direito“:
- “Tentar, com emprego de violência ou grave ameaça, abolir o Estado Democrático de Direito, impedindo ou restringindo o exercício dos poderes constitucionais é passível de pena de reclusão de quatro a oito anos.
- Sobre golpe de estado, é garantido: “tentar depor, por meio de violência ou grave ameaça, o governo legitimamente constituído – reclusão, de 4 (quatro) a 12 (doze) anos, além da pena correspondente à violência””.
“Apesar de ter autorizado o início da transição do governo, Jair Bolsonaro não reconheceu publicamente a derrota eleitoral“, prossegue a autora da matéria. “Em eleições democráticas, é esperado que o candidato perdedor reconheça a vitória do adversário assim que o resultado seja anunciado. No caso de Bolsonaro, o silêncio foi mantido por quase dois dias“. Leia a conclusão do artigo no site:
No pronunciamento, no entanto, o presidente atual não citou o nome de Lula, mas afirmou que continuará seguindo os mandamentos da Constituição. Na ocasião, coube ao ministro da Casa Civil, Ciro Nogueira (PP-PI), afirmar ter sido autorizado pelo mandatário a começar o processo de transição de governo com a equipe petista. A fala foi vista pelo STF (Supremo Tribunal Federal) como um reconhecimento do resultado eleitoral por Bolsonaro.
As regras para o processo de transição estão listadas na Lei 10.609/2002 e no Decreto 7.221/2010, que determina que a transição do governo começa com a proclamação do resultado da eleição e termina com a posse do presidente eleito.
Eleito presidente do Brasil, Lula vai assumir o cargo no dia 1º de janeiro de 2023. A cerimônia de posse contará com atos oficiais, respeitando a ordem geral de procedência cerimonial, segundo o decreto 70.274, de 9 de março de 1972.
De acordo com o capítulo 2, da posse do presidente da República, Artigo 40, o então presidente da República eleito deve ser recebido à porta principal do Palácio do Planalto, pelo presidente cujo mandato findou.
Porém, apesar de constar no decreto, não há de fato uma obrigatoriedade no comparecimento na passagem da faixa.

Bolsonaro nunca mais, sociopata, louco ditadura nunca mais, a democracia e a vontade do povo prevalece, pátria amada!!!
Grande… coisa a vontade desse… cidadão.
Existem regras / Leis e decência que valem para todos nós.
Que se escafeda!
Bolsonaro é inconveniente até depois de derrotado seus privilégios vão até dia 31/12 , depois da posse td pode acontecer.
Bolsonaro nunca mais
Não a violência
Ditadura nunca mais
Democracia sempre
#2023bozoNacadeia
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