Bolsonaristas do ato contra Moraes estão em presídio de SP por incitação ao crime, desobediência e descumprimento de medida sanitária

18/05/2020 1 Por Redação Urbs Magna

Et Urbs Magna – Dois bolsonaristas que realizaram um ato no dia 2 deste mês em frente à casa do ministro do STF (Supremo Tribunal Federal), Alexandre de Moraes, aos gritos de “canalha” e “advogado do PCC“, insuflados por assédios de Bolsonaro e seus adeptos após o magistrado suspender a nomeação de Alexandre Ramagem para o comando-geral da PF, foram presos no sábado (16) e transferidos nesta segunda (18) para o Centro de Detenção Provisória de Diadema, no ABC paulista.

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A informação foi passada ao G1 pela Secretaria da Administração Penitenciária e a matéria da mídia diz que a dupla já havia sido presa em flagrante naquele dia e no dia 12 os dois viraram réus por ameaça, difamação, injúria e perturbação do sossego.

Os bolsonaristas acabaram descumprindo determinação da Polícia Civil para não saírem de casa, mas foram vistos nas ruas em uma manifestação de caminhoneiros contra a quarentena imposta no estado de São Paulo, disse o G1.

De acordo com o G1, o advogado dos réus disse que “é uma inverdade do Ministério Público o uso de caixão na porta do ministro Alexandre de Moraes; também não houve utilização de caminhão de som ou de carro de som na manifestação. Foi usado um veículo particular Zafira, onde foi colocada uma caixa de som em cima deste automóvel.

A juíza Carla de Oliveira Ferrari na decisão, que atendeu a pedido do Ministério Público, afirmou que “em se tratando de aparentes crimes contra a honra e havendo representação da vítima, […] a cautelar de proibição de contato se mostra razoável e proporcional. Pelas imagens que foram veiculadas pela imprensa, […] é possível verificar-se que os autuados pretendiam e queriam manter com a vítima algum tipo de contato, o que não é, evidentemente, o meio adequado para se exercer a liberdade de manifestação e expressão, constitucionalmente garantidas“.

Um vídeo do portal DCM, postado na data do ato contra Moraes, mostra que havia um caixão de papelão com o nome de João Doria.

Assista:

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