Karol Eller era influenciadora e recentemente se filiou ao PL, com intenção de disputar as eleições em 2024
A influenciadora bolsonarista Karol Eller, de 36 anos, que fez transmissões dos atos golpistas do 8 de janeiro e incentivou os participantes, morreu na noite desta quarta-feira (12/10), em São Paulo.
Ela era próxima do ex-presidente hoje declarado inelegível, Jair Bolsonaro (PL), e de sua família.
Eller trabalhava no gabinete do deputado estadual Paulo Mansur (PL) e se filiou ao Partido Liberal em 10 de agosto, com intenção de se candidatar nas eleições de 2024.
Homossexual assumida, Eller postou nas redes sociais, em 10 de setembro, que entrou em um processo religioso ao qual chamou de “renúncia“.
“Sim, eu renunciei à prática homossexual, eu renunciei aos vícios e renunciei aos desejos da minha carne para viver Cristo“, afirmou.
Segundo a Secretaria da Segurança Pública de São Paulo, o caso da morte de Eller foi registrado como suicídio no 27º Distrito Policial, em Campo Belo, na zona sul da capital.
De acordo com a ‘Folha de S. Paulo‘, o nome de Karol ficou conhecido em 2019, quando foi agredida após uma discussão com um frequentador do quiosque Tia Augusta, na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro.
Segundo a versão do agressor e de duas testemunhas, Karol empunhava a pistola da namorada, que é policial civil, minutos antes de ser agredida.
Sua última manifestação pública foi uma nota de repúdio aos ataques do Hamas em Israel, feita em 11 de outubro.
