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    ‘Saia pela porta da frente ou pelo teto, com rebelião do povo’, diz apoiador de Evo exigindo renúncia de Rodrigo Paz (vídeo)

    Dirigente cobra saída pacífica do presidente da Bolívia ou eleições em 90 dias enquanto bloqueios e marchas paralisam o país

    Manifestações na Bolívia

    Nelson Virreyra (reprodução Facebook) – dirigente camponês alinhado ao ex-presidente Evo Morales (19.2.2026 / Reuters), do Movimento ao Socialismo (MAS) e secretário-geral das 16 províncias de Cochabamba, está na linha de frente das mobilizações contra o governo do presidente boliviano Rodrigo Paz (cerimônia de posse |8.11.2025| Foto: Luis Gandarillas Reuters)

    RESUMO
    URBS MAGNA

    | Brasília (DF)
    19 de maio de 2026, 20h40

    PT aciona TSE contra “Dark Horse” com base em R$ 61 mi do Banco Master (Daniel Vorcaro) intermediados por Flávio Bolsonaro. Ação pede suspensão até eleições, cita caixa 2, lavagem de dinheiro e precedente de 2022. Flávio admitiu ter mentido sobre relação com o banqueiro.

    Nesta terça-feira (19/mai), o dirigente evista Nelson Virreyra, secretário-geral das 16 províncias de Cochabamba, afirmou à imprensa durante concentração de setores mobilizados em El Alto que exige a renúncia do presidente da Bolívia, Rodrigo Paz, ou a convocação de eleições em 90 dias.

    Estamos oferecendo a ele uma saída pacífica: renuncie ou convoque eleições dentro de 90 dias. Você sairá pela mesma porta por onde entrou; caso contrário, será expulso pelo telhado por uma revolta popular, em meio à agitação social.”, declarou o líder da FSUTCC (Federación Sindical Única de Trabajadores Campesinos de Cochabamba), conforme também reportou a Radio Kollasuyo.

    Logo La Paz (BO) Nelson Virreyra 19.5.2026
    Le estamos dando una salida pacífica que denuncie
    ES

    A declaração ocorre enquanto uma coluna de marchistas vinculados a Evo Morales chega a El Alto com a consigna “patria o muerte” e assume a dianteira dos protestos inicialmente lideradas pela COB (Central Operária Boliviana).

    O governo de Rodrigo Paz completa a terceira semana de convulsão social, com bloqueios que afetam o abastecimento em La Paz e El Alto.

    O endurecimento dos evistas reflete a insatisfação acumulada com o atual ciclo político.

    A marcha repete o espírito de 2003, quando o povo boliviano derrubou Gonzalo Sánchez de Lozada, e agora cobra do presidente eleito em 2025 o mesmo destino caso não atenda as demandas populares.

    O contexto imediato remonta ao início das mobilizações pela COB, que começaram com pautas salariais e de combustível, mas evoluíram para o pedido explícito de renúncia de Rodrigo Paz.

    A chegada dos evistas, que representam setores campesinos de Cochabamba, reforça a unidade entre trabalhadores e camponeses contra o que consideram um governo de centro-direita incapaz de resolver os problemas estruturais.

    Essa tensão atual tem raízes mais profundas. A Bolívia vive um clima de insegurança desde o golpe de Estado de 2019 que derrubou Evo Morales.

    O processo de mudança iniciado em 2006 foi interrompido, gerando instabilidade institucional e econômica.

    A própria esquerda rachou o MAS (Movimento ao Socialismo). A divisão entre evistas e a corrente renovadora associada ao ex-presidente Luis Arce fragmentou o movimento que governou por quase duas décadas.

    Essa fissura interna abriu espaço para a vitória da direita nas eleições de 2025, elegendo Rodrigo Paz Pereira e encerrando o ciclo masista.

    As mobilizações populares de terça-feira (19/mai) expressam a defesa da democracia e da justiça social contra retrocessos.

    O povo boliviano, com sua tradição de resistência, demonstra que a soberania nacional segue viva nas ruas.

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    FAQ RÁPIDO

    1. O que exatamente exige Nelson Virreyra?
    Renúncia imediata de Rodrigo Paz ou convocação de eleições gerais em 90 dias, com ameaça de convulsão social caso a saída pacífica seja ignorada.

    2. Qual o papel da divisão do MAS no cenário atual?
    A rachadura entre evistas e renovadores enfraqueceu a esquerda e permitiu a vitória da direita em 2025, criando as condições para o atual confronto.

    3. Como isso se conecta ao golpe de 2019?
    As mobilizações retomam a narrativa de defesa da democracia interrompida pelo golpe de Estado contra Evo Morales, lembrando que o povo boliviano não aceita retrocessos.

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