Eles “não são, nunca serão estadistas“, completa o deputado petista: “Quem não defende a soberania de seu país, não merece a confiança do povo” – Lula sobe
Brasília, 03 de agosto de 2025
O vice-líder do governo Lula no Congresso Nacional, Elvino Bohn Gass (PT-RS), disparou críticas aos governadores Tarcísio de Freitas (São Paulo), Romeu Zema (Minas Gerais), Ratinho Júnior (Paraná) e Ronaldo Caiado (Goiás).
Para o petista, o quarteto são “cúmplices e covardes” por não se manifestarem contra a aplicação da Lei Magnitsky pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes.
A lei, usada para impor sanções a indivíduos acusados de violações de direitos humanos, foi acionada em resposta às medidas judiciais de Moraes contra o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), investigado por tentativa de golpe.
Bohn Gass afirmou que o silêncio dos governadores compromete a soberania do Brasil.
Tarcísio, Zema, Ratinho e Caiado não são, nunca serão estadistas. O silêncio deles em relação ao uso absurdo da lei Magnitsky contra o ministro Moraes, é tão cúmplice quanto covarde. Quem não defende a soberania de seu país, não merece a confiança do povo.
— Bohn Gass (@BohnGass) August 3, 2025
A crítica de Bohn Gass destaca a postura do governo Lula, que defende a independência nacional frente às pressões externas.
Paralelamente, são bem vindas ações como as do ministro da Fazenda, Fernando Haddad, que busca proteger a economia com responsabilidade fiscal, e do vice-presidente Geraldo Alckmin, que conseguiu negociar exceções às tarifas impostas por Trump.
No bojo soberano estão os ministros Simone Tebet e Mauro Vieira, que seguem em defesa do fortalecimento dos BRICS. Além disso, também há conquistas relevantes nesta terceira gestão do Presidente Lula, como a taxa de desemprego de 5,8%, a menor desde 2012.
Essas ações que causam o crescimento do país contrastam com a falta de posicionamento dos governadores, que, segundo Bohn Gass, não merecem a confiança do povo por não defenderem o Brasil contra interferências estrangeiras.
Os governadores, apontados como possíveis candidatos à Presidência em 2026, enfrentam um dilema político. Tarcísio, Zema, Caiado e Ratinho Júnior buscam atrair o eleitorado conservador de Bolsonaro, mas evitam críticas diretas ao STF e a Moraes para manter uma imagem moderada.
Reportagens indicam que Tarcísio e Ratinho focam em negociações comerciais com os EUA, enquanto Caiado critica Lula sem mencionar Moraes. Zema, por sua vez, chegou a condenar as ações do STF, mas também mantém cautela.
Essa estratégia de equilíbrio tem gerado críticas de aliados de Bolsonaro, como o pastor Silas Malafaia, que os acusou de omissão. A tensão reflete o embate entre a defesa da soberania nacional, destacada por Bohn Gass e Lula, e as estratégias eleitorais dos governadores.
Enquanto o governo Lula reforça a independência das instituições brasileiras, como o STF, e busca mitigar os impactos econômicos das sanções, os governadores enfrentam pressões para não alienar nem o eleitorado bolsonarista nem o mercado.
A ausência deles em manifestações pró-Bolsonaro marcadas para 3 de agosto, na Avenida Paulista e outras cidades, reforça a tentativa de se descolarem de polêmicas, mas, para Bohn Gass, isso é uma traição à nação, evidenciando a falta de compromisso com o Brasil.









Os gados continuam cegos eles sabem dos erros do Bolsonaro e o qual.mal tá causando para o Brasil,mas preferem continuar as cegas defendendo essa quadrilha que é a familia Bolsonaro e amigos…O tramp apoia esses bandidos pq é da mesma llaiajustiça#cadeia pra Bolsobaro e cumplices#
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