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Boff deseja que Bolsonaro faça como Fujimori, que viajou para não passar a faixa e só voltou para ser preso

    O teólogo fez a declaração sobre a informação de que o presidente derrotado cogita sair do país para não passar o adereço para LULA

    No Twitter, o senador Humberto Costa (PT-PE) afirmou que o presidente derrotado para LULA nas urnas no domingo (30/10), Jair Bolsonaro, “vai deixar o governo pela porta dos fundos“.

    O congressista fez o comentário ao compartilhar uma imagem com os dizeres: “Bolsonaro cogita sair do país para não passar a faixa para LulaMotivo alegado pelo presidente é de que não participou de disputa eleitoral justa”.

    Ao ler o tuíte do senador, o teólogo, escritor, filósofo e professor universitário socialista, Leonardo Boff, desejou que Bolsonaro seja preso ao voltar, como o ditador peruano Alberto Fujimori, presidente entre 1990 e 2000.

    O ex-presidente de 84 anos está preso até hoje, com sentenças embasadas em diversos crimes e por corrupção no Peru.

    Saiu para não passar a faixa e não voltou nunca mais. Só voltou para ser preso. Que isso aconteça com quem cometeu tantos crimes contra o povo brasileiro,especialmente aos parentes dos 300 mil que deixou morrer“, afirmou Boff.

    Veja abaixo e leia mais a seguir:

    Ao mencionar a prisão de Fujimori, o expoente da teologia da libertação no Brasil, Leonardo Boff, que é conhecido internacionalmente por sua defesa dos direitos dos pobres e excluídos, referiu-se aos diversos crimes cometidos pelo ex-presidente do Peru, entre eles corrupção, formação de quadrilha, sequestro e assassinato.

    No final de 2000, quando estourou o escândalo de corrupção, Fujimori fugiu para Tóquio, de onde enviou sua renúncia por fax, mas que não foi aceita pelo congresso peruano, que o destituiu.

    Em 2005, no Chile, Fujimori foi preso Santiago e, após seis meses, foi extraditado para julgamento pela Justiça no Peru, que teve início em 2007, somou noventa audiências e terminou em 2009.

    O ditador foi declarado culpado pelo Tribunal Criminal Especial da Suprema Corte do país e sentenciado a 25 anos de prisão.

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