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“Boa notícia”, diz Lula sobre “1,59 milhão de novos empregos com carteira assinada em nove meses”

    O ainda candidato à terceira gestão no Planalto, hoje Presidente Lula, promete aos trabalhadores da Volkswagen que nenhuma criança vai pedir esmola na rua e que emprego, salário digno e respeito voltarão a ser realidade no Brasil: “Vamos trabalhar e fazer a maior transformação que esse país já viu”, disse em agosto de 2022 | Foto de Ricardo Stuckert

    O “Novo Caged” mostra que “chegamos em setembro deste ano ao patamar de 44 milhões de pessoas com empregos formais, o maior patamar já registrado“, comemora o estadista – Saiba Mais

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    O Presidente da República Federativa do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), foi dormir na noite de ontem, segunda-feira (30/10), comemorando os resultados econômicos de seu governo.

    O estadista rotulou como “boa notícia” o “saldo de 1,59 milhão de novos empregos com carteira assinada, segundo o Novo Caged“, exatamente “nos primeiros nove meses de 2023“, ou seja, desde quando o fundador de seu próprio partido assumiu seu terceiro mandato.

    Lula acrescentou que, “com isso, chegamos em setembro deste ano ao patamar de 44 milhões de pessoas com empregos formais, o maior patamar já registrado“.

    O líder da nação escreveu em sua conta oficial no ‘X‘ que o “compromisso” de seu governo “sempre foi com a geração de novos empregos, para que as pessoas possam viver de forma digna com suas famílias“.

    Veja abaixo e leia mais a seguir:



    SECOM – Nos primeiros nove meses de 2023, o Brasil acumulou um saldo de 1,59 milhão de brasileiros com carteira assinada.

    De janeiro a setembro, houve 17,8 milhões de admissões e 16,2 milhões de desligamentos. 

    Em setembro, assim como em todos os meses do ano, houve expansão no número de pessoas com carteira de trabalho no país.

    O saldo foi de 211.764 postos de trabalho, resultado de 1.917.057 admissões e de 1.705.293 desligamentos. 

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    O números são do Novo Caged e foram divulgados nesta segunda-feira, 30 de outubro, pelo Ministério do Trabalho e Emprego. 

    O estoque, ou seja, a quantidade total de pessoas com carteira assinada atualmente trabalhando, chegou ao patamar de 44 milhões em setembro de 2023, o maior valor já registrado na série histórica levando em conta tanto o período do Caged (junho de 2002 a 2019) quanto do Novo Caged (a partir de 2020).

    A variação foi de 0,48% em relação ao mês anterior. 

    Nos últimos 12 meses (outubro/2022 a setembro/2023), o acumulado é de 1,4 milhão de empregos, decorrente de 22,8 milhões de admissões e de 21,4 milhões de desligamentos.

    A variação positiva do emprego formal foi registrada nos cinco grandes grupamentos de atividades econômicas, nas cinco regiões e nas 27 Unidades Federativas.

    Os estados com maior saldo foram São Paulo, com geração de 47.306 postos (+0,35%), seguido por Pernambuco, que gerou 18.864 postos (+1,35%) e Rio de Janeiro, com geração de 17.998 postos (+0,51%).

    Na variação regional, o saldo foi de 82.350 vagas formais no Sudeste, seguido pelo Nordeste (75.108), Sul (22.330), Norte (16.850) e Centro-Oeste (14.793). 

    O setor de Serviços fechou setembro com saldo de +98.206 postos, com destaque para Informação, comunicação e atividades financeiras, imobiliárias, profissionais e administrativas, que teve um saldo positivo de 41.724;
    a Administração pública, defesa, seguridade social, educação, saúde humana e serviços sociais, com saldo de 20.383;
    e Alojamento e Alimentação, que obteve um saldo positivo de 16.642 postos, especialmente em restaurantes e similares (+6.885) e lanchonetes e similares (+4.047).

    O segundo maior gerador de vagas foi o setor de Comércio, com 43.465 postos de trabalho no mês, com destaque para o Comércio Varejista de Mercadorias em Geral, com predominância de Produtos Alimentícios – Supermercados (+4.339) e Hipermercados (+2.823), além do Comércio Varejista de Produtos Farmacêuticos, que gerou 1.871 empregos. 

    A Indústria veio em seguida, com saldo de 43.214 postos de trabalho, e depois a Construção Civil, com saldo de 20.941 empregos.

    A Agropecuária foi o setor de menor geração no mês, com saldo positivo de 5.942 postos formais.

    O resultado da agropecuária foi impactado pela desmobilização no cultivo de café, com perda de 6.704 postos em setembro.

    No mês, o saldo foi positivo para mulheres (+83.096) e para homens (+128.668).

    No que se refere à População com Deficiência (PcD), identificou-se saldo positivo de (+1.590) postos de trabalho.

    O emprego foi positivo para pardos (+145.519), brancos (+49.451), pretos (+20.004), amarelos (+2.642) e indígenas (+232).

    SALÁRIOS

    O salário médio real de admissão em setembro foi de R$ 2.032,07, apresentando estabilidade com variação negativa de R$ 8,07 em comparação com o valor corrigido de agosto (R$ 2.040,14).

    Já em comparação com o mesmo mês do ano anterior, o que desconta mudanças decorrentes da sazonalidade do mês, o ganho real foi de R$ 13,92.

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