Baterista dos Paralamas do Sucesso contrasta a gestão de Bolsonaro com as de Getúlio Vargas, Juscelino Kubitschek e Lula, destacando avanços como a criação da CLT, a construção de Brasília e a redução da fome – SAIBA MAIS
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Brasília, 15 de abril de 2025
João Barone, baterista da banda Paralamas do Sucesso, causou grande repercussão ao publicar no Threads, no domingo (13), críticas picantes contra o ex-presidente Jair Bolsonaro, chamando-o de “sociopata, miliciano, genocida e golpista” e afirmando que “tem que ser débil mental” para desejar seu retorno ao poder.
O músico contrastou a gestão de Bolsonaro com líderes históricos como Getúlio Vargas, Juscelino Kubitschek e Lula, destacando avanços como a criação da CLT, a construção de Brasília e a redução da fome.
A fala de Barone ecoou entre internautas, muitos dos quais apoiaram sua visão. Nas redes sociais, usuários celebraram o posicionamento do rock nacional contra Bolsonaro, enquanto outros defenderam o ex-presidente.
A crítica surge em meio a debates sobre o legado de Bolsonaro, incluindo acusações de negacionismo durante a pandemia, com a hashtag #BolsonaroGenocida já tendo sido usada em momentos como o protesto após a morte do ator Paulo Gustavo, vítima de covid.
Apesar da força retórica, especialistas argumentam que o termo “genocida” carece de base jurídica para enquadrar Bolsonaro, sugerindo que “crimes contra a humanidade” seria mais adequado em discussões legais.
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Barone se junta a vozes públicas que questionam a condução do Brasil de Bolsonaro durante seu falido governo, enquanto o ex-presidente mantém uma base fiel de apoiadores. Em 2024, o músico já havia criticado Bolsonaro por seu “negacionismo e destruição”












