Seis grandes instituições financeiras globais alertam para a exposição elevada da Argentina a choques externos, com reservas líquidas negativas e dependência de financiamento externo, recomendando redução ou saída de posições em dívida soberana – LEIA E ASSISTA
Nova Iorque (US) · 06 de março de 2026
Nas últimas horas, JP Morgan, Citigroup, Bank of America, Barclays, Morgan Stanley e Wells Fargo divulgaram relatórios que convergem em uma orientação clara aos clientes: reduzir ou liquidar exposição à dívida argentina.
A principal preocupação é que Argentina aparece como um dos mercados emergentes mais vulneráveis diante de uma possível mudança no apetite global por risco, especialmente em um cenário de menor liquidez em dólares.
De acordo com reportagem detalhada da La Política Online, esses seis gigantes de Wall Street destacam as reservas netas negativas do Banco Central da República Argentina (BCRA), a manutenção do cepo cambial que afeta empresas e a dependência contínua de recursos externos.
Uma matéria na teleSUR TV aborda o tema:
“Argentina é o mercado mais exposto se mudar o humor global”, afirmam os analistas, que reconhecem avanços no programa econômico do governo Javier Milei, mas recomendam realizar lucros e aguardar maior clareza.
O Bank of America foi o mais direto, recomendando explicitamente “close position in GD35” — fechar posições no bônus soberano GD35 (Global 2035).
Essa orientação se repete, em maior ou menor grau, nos relatórios de Citigroup, JP Morgan, Barclays, Wells Fargo e BofA Securities nas últimas 48 horas.
A fragilidade se intensifica com vencimentos de dívida relevantes ao longo de 2026, incluindo pagamentos significativos ao FMI e compromissos soberanos.
Embora não haja confirmação exata de US$ 4,8 bilhões nos próximos dias, as reservas líquidas permanecem negativas — estimadas em torno de US$ 2,4 bilhões negativos por alguns bancos, como JP Morgan —, apesar de esforços recentes de acumulação.
Os relatórios apontam que a acumulação de reservas ainda é insuficiente para garantir estabilidade cambial de longo prazo, e há dúvidas sobre a liquidação de exportações agrícolas ao câmbio atual e a continuidade do cepo.
Essa postura contrasta com discussões anteriores (fim de 2025 e início de 2026) sobre linhas de financiamento maiores, mas os bancos agora priorizam prudência diante da exposição a um possível sudden stop (parada abrupta de capitais).
Os analistas mantêm visão construtiva seletiva sobre as reformas fiscais e de redução da inflação, mas enfatizam que a vulnerabilidade externa — reservas limitadas e dependência de financiamento multilateral — coloca o país em posição delicada.

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Essa situação é fácil para resolver, é so o ditadorzinho argentino vender o restante do PAÍS para ditador americano, já vendeu uma parte, EUA vão estalar uma base militar, é só comprar o restante, problemas resolvidos, or hermanos que se fidam