Segundo Alckmin, a notícia “surpreende os pessimistas, mas não Lula e a nossa equipe, que tem trabalhado para tornar os produtos brasileiros cada vez mais competitivos, trazer divisas para o Brasil e gerar emprego e renda para os brasileiros“
O vice-presidente da República Federativa do Brasil e ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Geraldo Alckmin (PSB), informou, nesta sexta-feira (7/6), em sua conta oficial na plataforma de microblogging ‘X‘, que “crescemos 2,9% (a informação oficial aponta para 3,9% – veja abaixo) na balança comercial” em relação ao ano de 2023, primeiro ano da gestão do Presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
Alckmin disse que sua pasta “divulgou hoje os dados da balança comercial de maio“, quando, segundo o ministro, “tivemos um superávit de US$ 8,5 bilhões, com o acumulado do ano em US$ 35,8 bilhões (a informação oficial aponta para US$ 35,9 – veja abaixo)”.
Segundo o vice-presidente, a boa nova “surpreende” apenas “os pessimistas, mas não o presidente Lula e a nossa equipe, que tem trabalhado para tornar os produtos brasileiros cada vez mais competitivos, trazer divisas para o Brasil e gerar emprego e renda para os brasileiros“.
O ministro e vice-presidente fez sua piadinha tradicional nas redes sociais, colocando balões de diálogos em uma imagem em que ele aparece ao lado de Lula, lendo um documento.
Veja abaixo e entenda a notícia, a seguir:
CRESCEMOS 2,9% NA BALANÇA COMERCIAL. O @MDICOficial divulgou hoje os dados da balança comercial de maio: tivemos um superávit de US$ 8,5 bi, com o acumulado do ano em US$ 35,8 bi. Isso é 2,9% a mais que em 2023. Surpreende os pessimistas, mas não o presidente @lulaoficial e a… pic.twitter.com/UVXDxz0fg1
— Geraldo Alckmin 🇧🇷 (@geraldoalckmin) June 7, 2024
Segundo o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, em uma publicação desta quinta-feira (6/6), a balança comercial tem superávit de US$ 35,9 bi de janeiro a maio, crescimento de 3,9%. As exportações cresceram 2,3% nos primeiro cinco meses do ano, alcançando US$ 138,8 bilhões. As exportações do mês de maio de 2024 somaram US$ 30,3 bi e as importações US$ 21,8 bi, com saldo positivo de US$ 8,5 bi e corrente de comércio de US$ 52,1bi.
Esses foram alguns dos resultados apresentados nesta quinta-feira (6/6), pela Secretaria de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (Secex/MDIC), durante Coletiva da Balança Comercial.
Já o acumulado de janeiro a maio mostra exportações de US$ 138,8 bi e importações de US$ 102,9 bi, com saldo positivo de US$ 35,9 bi e corrente de comércio de US$ 241,7 bi. O saldo é 3,9% superior ao de igual período do ano passado.
No comparativo apenas entre os meses de maio de 2023 e maio de 2024, houve recuo nas exportações (de US$ 32,7 bi para US$ 30,3 bi), mas crescimento nas importações (US$ 21,69 bi para US$ 21,8 bi). Assim, a corrente de comércio totalizou US$ 52,1 bi (- 4,1%) e o saldo ficou em US$ 8,53 bi (- 22,5%).
Já no acumulado do ano, as exportações subiram de US$ 135,6 bi em 2023 para US$ 138,8 bi (2,3%) e as importações de US$ 101,1 bi para US$ 102,9 bi (1,8%), com a corrente de comércio totalizando US$ 241,7 bi (+ 2,1%).
No mês de maio/2024, comparando com igual mês do ano anterior, o desempenho dos setores foi o seguinte: queda de US$ 1,7 bi (-18,5%) em Agropecuária; crescimento de US$ 0,94 bilhões (13,8%) em Indústria Extrativa e queda de US$ 1,5 bi (-9,2%) em produtos da Indústria de Transformação.
No acumulado do ano, o desempenho dos setores foi: queda de US$ 3,28 bi (-9,4%) em Agropecuária; crescimento de US$ 6,68 bilhões (22,9%) em Indústria Extrativa e queda de US$ 0,01 bi em produtos da Indústria de Transformação.
Já nas importações, o desempenho dos setores entre os meses de maio foi: crescimento de US$ 0,18 bi (53,4%) em Agropecuária, crescimento de US$ 0,19 bilhões (12,9%) em Indústria Extrativa e queda de US$ 0,23 bi (-1,2%) em produtos da Indústria de Transformação.
No acumulado do ano, as importações cresceram US$ 0,45 bilhões (22,6%) em Agropecuária, caíram US$ 0,38 bilhões (-5,1%) em Indústria Extrativa e cresceram US$ 1,84 bilhões (2,0%) em produtos da Indústria de Transformação.
