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Avaliações não negativas do Governo Lula chegam a 64% diz Quaest: 33% são positivas e 31% regular

    Além disso, a expectativa de 67% dos entrevistados é a de que a Economia não vai piorar, sendo 48% opinando pela melhora e 19% achando que vai ficar como está. Só 30% imagina que vai piorar

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    Uma pesquisa encomendada pela Genial Investimentos, divulgada nesta quarta-feira (8/5), apontou que 64% de 2.045 brasileiros ouvidos pela Quaest, entre os dias 2 e 6 de maio, em 120 municípios, consideram, de um modo geral, o governo do Presidente da República Federativa do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), regular (31%) ou positivo (33%), totalizando 64% de avaliações não negativas.

    Outros 3% não souberam responder ou não responderam. A diferença desta totalização, que considera como não positivo, está caindo entre evangélicos.

    Apesar de 50% dos entrevistados afirmarem que aprovam o trabalho de Lula e 47% se posicionarem contra (3% não responderam ou não sabem), “a aprovação parou de cair, muito porque parou de piorar no Sul e entre os evangélicos“, disse o diretor da Quaest, Felipe Nunes, conforme transcreveu o ‘g1‘. “As pessoas ainda têm uma percepção negativa da Economia, acham que Lula não está entregando o que prometeu“, disse.

    A fala de Felipe Nunes, contudo, não explica os motivos que levam os entrevistados a avaliarem negativamente a condução do país pela equipe de governo atual, haja vista que a agenda econômica do Brasil deu a tônica do primeiro ano do terceiro mandato de Lula e deve ser o foco deste ano também.

    Os destaques de 2023 foram
    a nova regra fiscal que reduziu o risco de endividamento descontrolado do país — e também amenizou as tensões do mercado financeiro;
    aprovação da reforma tributária, discutida há mais de 30 anos no Congresso;
    o cumprimento de promessas de campanha de conceder aumento real ao salário mínimo e de reajuste do Bolsa Família para R$ 600;
    a manutenção da meta de inflação e a autonomia do Banco Central, que ajudaram a manter comportadas as expectativas e deram segurança ao BC para iniciar o ciclo de corte nos juros;
    a criação de medidas de aumento da arrecadação, em busca de perseguir a meta de zerar o déficit nas contas em 2024;

    a aversão à discussão sobre revisão e corte de gastos, o que afasta a possibilidade de cumprir o déficit zero e amplia a perspectiva de endividamento do país;
    a priorização da criação de novas taxas, a correção de distorções tributárias e a retirada de benefícios fiscais;
    os resultados do PIB, que surpreenderam, com suporte de incentivos fiscais (como os benefícios sociais).

    Ainda sobre a pesquisa, a Quaest indica que, entre os evangélicos, o índice de desaprovação de Lula caiu de 62% em março e agora é de 58%. Na primeira reunião ministerial de 2024, o estadista reiterou que o Governo Federal “ainda tem muito para fazer, em todas as áreas”. E não há como ignorar tanto o que foi feito pelo Brasil até agora e o quanto foi recuperado em relação à gestão anterior, a não ser com a incessante estratégia da extrema direita através de um cuidadoso plano de disseminação de noticias falsas, que recentemente contou até mesmo com postagens do bilionário Elon Musk contra a democracia brasileira.

    Mesmo assim, devido a números gritantes, que colocam o Brasil em situação confortável em relação ao mundo todo, a aprovação entre os evangélicos passou de 35% para 39% no mesmo período, diz a pesquisa encomendada pela Genial Investimentos.

    Segundo a avaliação, a maior variação positiva do trabalho de Lula entre março e maio aconteceu na região Sul, subindo sete pontos percentuais, de 40% para 47%, enquanto a rejeição, que era de 57%, passou para 52%.

    A Quaest também perguntou para os entrevistados para quem acham que o governo Lula trabalha. A maioria (52%) considera que o governo trabalha para atender às necessidades de todos; 35% acham que o governo trabalha para atender às necessidades de quem votou em Lula, e 13% não souberam ou não responderam.

    Segundo a Quaest, a expectativa de 67% dos entrevistados é a de que a economia não vai piorar, sendo 48% opinando sobre melhora e outros 19% achando que vai continuar como está. Somente 30% pensa que ela vai piorar. Do total pesquisado, 3% não souberam ou não responderam.

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