Augusto Botelho quase chama Moro de burro, mas pediu: “Volte pra faculdade, comece do zero”

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“Suas decisões foram anuladas porque você era incompetente, parcial e suspeito”, disse sobre tuíte de matéria fake news do Estadão contra LULA

O ex-juiz declarado parcial e suspeito, Sergio Moro, que foi condenado a carregar estes dois rótulos após julgamentos no STF e na ONU, defendeu, em seu perfil no microblog Twitter, uma matéria tendenciosa contra o ex-presidente LULA, em que o jornal veiculador, também suspeito, afirma que o líder das intenções de votos para a eleição presidencial de outubro “faz o eleitor de bobo“.

Sergio Moro compartilhou o link para a publicação no Estadão e escreveu que é um “bom editorial“, e fez comentários adicionais para tentar desconstruir a argumentação da Suprema Corte, quando da ocasião das anulações de todas as suas sentenças contra o ex-presidente.

O ex-juiz afirmou que “as condenações de LULA não foram anuladas por erros da primeira instância, mas, sim, por erros da última instância“, no caso o STF (Supremo Tribunal Federal).

Insistentemente, Moro afirma que “acerta o editorial ao afirmar que a corrupção na Petrobras foi profunda e que LULA não foi inocentado no mérito por ninguém“.

Minutos depois da postagem do ex-juiz suspeito, o advogado do Grupo Prerrogativas, Augusto de Arruda Botelho, aconselhou-o: Volta pra faculdade, Sergio, leia mais, comece do zero e aí quem sabe você vai entender que não foram erros”.

Botelho, que é da área criminalista, além de escritor e conselheiro da organização Human Rights Watch, bem como um dos fundadores do IDDD (Instituto de Defesa do Direito de Defesa), prosseguiu:

Nulidades, aprenda essa palavra”, orientou o advogado que também figura entre os fundadores do Projeto Aliança, que tem como objetivo defender de forma gratuita vítimas de violações de direitos fundamentais e de liberdades individuais no Brasil.

Por fim, o renomado advogado, que, além de todas as qualificações supracitadas, também é mestre em Direito Penal Econômico pela Faculdade de Direito da FGV (Fundação Getulio Vargas), bem como especialista em Direito Penal Econômico pela Universidade de Coimbra, em Portugal, além de especialista em Direito Penal pela Universidade de Salamanca, na Espanha, disse para Sergio Moro:

Suas decisões foram anuladas em várias instâncias porque você era incompetente, parcial e suspeito“.

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