Assista aos melhores vídeos da manifestação popular progressista postados nas redes sociais
Erika Hilton
A deputada federal Erika Hilton fez um discurso acalorado em que afirmou que seu homólogo Eduardo Bolsonaro e família terão que prestar contas com a Justiça.
São Paulo, 10 de julho de 2025
A Avenida Paulista registrou nesta quinta-feira (10/jul) um ato da esquerda, focado na taxação de super-ricos, atraindo uma multidão expressiva.
Mesmo com uma convocação em apenas um dia, o evento superou o público de uma manifestação bolsonarista anterior, ocorrida em 29 de junho, que teve um mês de antecedência para ser organizada.
O Monitor do Debate Político da USP estimou 15,1 mil pessoas no ato da esquerda. Em comparação, a manifestação bolsonarista de junho reuniu cerca de 12,4 mil pessoas, segundo a mesma fonte.
Esses números indicam uma inversão na capacidade de mobilização das diferentes forças políticas na rua.
A pauta da esquerda incluiu, além da tributação de bancos e BETs, o fim da escala 6×1 e a redução da jornada de trabalho sem perda salarial.
Lideranças políticas e sindicais estiveram presentes. O ato bolsonarista de junho, por sua vez, focou em “Justiça Já”, críticas ao STF e anistia para os eventos de 8 de janeiro.
A agilidade na convocação da esquerda e sua superioridade numérica em relação a um ato previamente planejado por Bolsonaro sugerem que as pautas sociais e econômicas, como a tributação de grandes fortunas, estão encontrando forte eco e capacidade de mobilização na população.
O deputado Eduardo Suplicy compartilhou algumas imagens do momento que chamou “histórico“. Segundo o petista, as pautas foram “pelo fim da escala 6×1, pela taxação das grandes fortunas, isenção de imposto de renda para quem ganha até 5 mil reais e por respeito a soberania do nosso país“.
Alguns vídeos:
Sem Anistia
“A expressão “Sem Anistia” foi entoada demonstrando que o povo não quer o perdão aos manifestantes golpistas bolsonaristas terroristas presos por tentativa de golpe de Estado durante a invasão e depredação às sedes dos Três Poderes.
Gado de Bolsonaro
A música de Zé Ramalho, “Admirável Gado Novo (1979)”, foi lembrada como crítica aos apoiadores fanáticos de Jair Bolsonaro. A expressão “Vida de gado” acompanha as manifestações progressistas contra o ex-presidente.
Cazuza e Gal
Rolou **”Brasil”**, de Cazuza, na voz de Gal Costa, um hino de protesto contra desigualdade e corrupção. Sua letra crítica (*”Brasil, mostra tua cara”*) denuncia hipocrisia social desde os anos 1980, em manifestações contra autoritarismo e injustiças, símbolo de resistência no Brasil.












