Até o Google quer condenação de Allan dos Santos por tentar enganar a Justiça mesmo com fim do Terça Livre

O blogueiro bolsonarista Allan dos Santos e, ao fundo, a fachada do prédio do Google LLC,  localizada no endereço 1600 Amphitheatre Parkway, em Mountain View, Califórnia, EUA | Sobreposição de imagens


PROGRESSISTAS POR UM BRASIL SOBERANO

O blogueiro apresenta “postura deliberada e sistemática de falsear a verdade para induzir percepções erradas no Poder Judiciário e/ou se valer do processo para fins de agitação midiática”, diz a empresa sobre a ‘litigância de má-fé’ do bolsonarista

Até o Google LLC [Limited Liability Company, ‘empresa de responsabilidade limitada’] quer a condenação do blogueiro das fake news bolsonaristas Allan dos Santos por suas tentativas de enganar a Justiça brasileira, mesmo com fim de seu mais importante canal de disseminação de mentiras, o Terça Livre.

A multinacional de serviços online e software, que hospeda e desenvolve uma série de serviços e produtos [dentre eles o YouTube] baseados na internet e gera lucro principalmente através da publicidade pelo AdWords, afirma que processo por reativação do canal, por outro lado, perdeu o propósito e entrou com pedido de perda de objeto em relação à demanda pela reativação do canal após declarações do influenciador e de seu sócio de que ele foi encerrado.

A continuidade do pedido de condenação por ‘litigância de má-fé’ é do desejo do Google LLC principalmente porque a defesa do blogueiro descumpriu decisão da Justiça de SP quando tirou do ar o canal do Terça Livre.

O influenciador omitiu que havia sido informado de que o motivo da exclusão havia sido a determinação de suspensão do canal por parte do Supremo Tribunal Federal e que ele havia sido informado disso“, diz a empresa, que também anexou um e-mail enviado à conta de Allan dos Santos argumentando sobre o motivo da remoção do canal.

Veja abaixo:

E-mail enviado à equipe do canal Terça Livre pelo Google – Reprodução

Santos apresenta “postura deliberada e sistemática de falsear a verdade para induzir percepções erradas no Poder Judiciário e/ou se valer do processo para fins de agitação midiática“, diz o Google, conforme mostra a matéria no Painel da Folha, o que configuraria a ‘litigância de má-fé’, acrescentando que o blogueiro das fake news recorreu a manobras do mesmo tipo diversas vezes ao longo do processo.

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