Ex-coach gravou vídeo na madrugada desta terça-feira (24/9) prometendo que “nós vamos entrar em uma guerra e, se não tiver revolta do povo, não vai ter como resolver isso nesta cidade” – ASSISTA À EXPULSÃO E A CONFUSÃO DEPOIS
O candidato à Prefeitura de São Paulo, Pablo Marçal (PRTB), atacou o prefeito Ricardo Nunes (MDB), nesta segunda-feira (23/9), dizendo que A Polícia Federal ia prendê-lo, e acabou sendo expulso do encontro promovido pelo Grupo Flow.
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Depois, o assessor de Marçal, Nahuel Medina, deu um soco em Duda Lima, marqueteiro de Nunes, e foi detido pela polícia, levando ao encerramento do evento, cujo fim foi anunciado pelo jornalista e mediador do debate Carlos Tramontina.
Segundo o profissional de imprensa, Marçal “reiteradamente desrespeitava as regras” do programa. O ex-coach levou três advertências por agressões verbais durante as suas considerações finais. Ele afirmou que Nunes seria preso pela Nahuel Medinapor seu envolvimento na chamada máfia das creches.
Mais tarde, Marçal gravou um vídeo dizendo que não é a favor de violência. Quanto a Nahuel, ele prestou depoimento para a polícia enquanto Duda Lima foi levado ao Hospital Israelita Albert Einstein, no Morumbi, na Zona Oeste de São Paulo, e, segundo a assessoria da campanha de Nunes, os médicos deram pontos no rosto do marqueteiro.
Após o debate, Tabata Amaral (PSB), Marina Helena (Novo) e Guilherme Boulos (PSOL) lamentaram a agressão. A pessebista disse que “quando Marçal não tá dando espetáculo, showzinho de merda dele, para aparecer e ganhar dinheiro, ele não tem nada a dizer“. Ele “incita a violência desde o dia zero“.
Helena disse que “a pessoa de maior bom senso aqui foi um cidadão comum que deu voz de prisão ao agressor“. E Boulos disse que o ex-coah está funcionando como “boi de piranha” de Nunes, que “passa primeiro, antes da boiada passar, para as piranhas pegaram“. E que Marçal aproveitou o final do evento “para esculhambar“.
De acordo com o InfoMoney, Marçal afirmou, em um vídeo publicado em suas redes sociais já na madrugada desta terça-feira (24/9), que “nós vamos entrar em uma guerra e, se não tiver revolta do povo, não vai ter como resolver isso nesta cidade”.
