Grupo de Atuação Especializada no Combate à Corrupção (Gaecc) revelou conversas entre o foragido da justiça Adriano da Nóbrega, chefe do Escritório do Crime e suspeito de matar Marielle Franco, sua esposa Danielle e o ex-assessor de Flávio Bolsonaro, Fabrício Queiroz, que comprovam recebimento de parte dos salários desviados do gabinete da Alerj
Ministério Público do Rio afirma que o Adriano Magalhães da Nóbrega ficava com parte da “rachadinha” do gabinete de Flávio Bolsonaro levando-o para seu Escritório do Crime, em Rio das Pedras, na zona oeste do Rio de Janeiro, famosa por ser a localidade apontada pela Polícia Civil do Rio e pela promotoria como responsável pela morte da vereadora Marielle Franco.
Na conversa registrada em 6 de janeiro, no aplicativo WhatsApp, Danielle relata a Adriano problemas financeiros. quando Adriano indicou que recebia parte dos valores da ‘rachadinha’ no gabinete de Flávio.
Em meio a todo este escândalo, Sergio Moro se revela incapaz de prosseguir à frente de um Ministério muito ‘complexo’ para sua atuação. Como juiz federal no caso Lula, ele recebia apoio do establishment e até dos EUA para sua prática de lawfare contra o ex-presidente, e ainda era considerado um herói.
Com o clã Bolsonaro afundando na merda, Moro afunda junto, em silêncio e sem reação alguma que possa tirá-lo desta sinuca de bico.
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