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‘Ano da colheita’ de Lula: arrecadação de setembro bate recorde de R$ 216,7 bi, melhor resultado desde 2000

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    O presidente
    O presidente Lula e o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, chegam ao Ginásio Poliesportivo Adib Moysés Dib, em São Bernardo do Campo, para evento preparatório para o ENEM com estudantes da rede de cursinhos populares |18.10.2025| Imagem reprodução


    Crescimento robusto das receitas tributárias, com alta no IOF e massa salarial, elevam caixa da União em meio a recuperação econômica do Brasil


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    Brasília, 23 de outubro de 2025

    Em um cenário de otimismo econômico, a Receita Federal anunciou nesta quinta-feira (23/out) que a arrecadação de impostos e contribuições federais atingiu R$ 216,727 bilhões em setembro de 2025, marcando o melhor resultado para o mês em 25 anos, desde o início da série histórica em 2000.

    Esse valor representa um crescimento real de 1,43% em relação a setembro de 2024, corrigido pela inflação, e reflete a resiliência das finanças públicas sob o comando do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

    No acumulado de janeiro a setembro, o total saltou para R$ 2,105 trilhões, com expansão real de 3,49%, superando expectativas e pavimentando o caminho para o cumprimento da meta de déficit primário zero em 2025.

    O destaque do mês foi o Imposto sobre Operações Financeiras (IOF), que registrou R$ 8,455 bilhões arrecadados – uma alta impressionante de 33,42% em termos reais.

    Segundo a Receita Federal, esse boom se deve a operações de saída de moeda estrangeira e créditos para pessoas jurídicas, impulsionados por alterações recentes na legislação tributária.

    Outro pilar fundamental foram as contribuições previdenciárias, que somaram R$ 58,2 bilhões, com crescimento de 1,5%, atrelado a uma massa salarial em alta de 6,04%.

    Esses números não só blindam o caixa da União contra volatilidades globais, como reforçam investimentos em saúde, educação e infraestrutura, áreas prioritárias do governo.

    Robinson Barreirinhas, secretário especial da Receita Federal, celebrou o marco em coletiva de imprensa: "Esse desempenho reflete uma economia aquecida, com desemprego em mínimas históricas e setores como comércio e finanças liderando a recuperação".

    De fato, as receitas administradas pela Receita sozinhas alcançaram R$ 210,7 bilhões em setembro, com alta real de 1,88%, enquanto as de outros órgãos, como royalties de petróleo, caíram 12,8% devido a flutuações no mercado de commodities.

    Para contextualizar esse êxito, vale revisitar o histórico recente. Em setembro de 2024, a arrecadação já havia sido robusta, atingindo R$ 203,2 bilhões – um recorde na época, com crescimento real de 11,61% ante 2023, impulsionado por importações em alta e massa salarial crescendo 7,28%.

    Esse patamar pavimentou um ano excepcional: o fechamento de 2024 registrou R$ 2,709 trilhões totais, o maior da série histórica iniciada em 1995, com expansão real de 9,62%.

    Medidas como a tributação de fundos offshore (R$ 7,6 bilhões extras) e o retorno da cobrança sobre combustíveis foram cruciais, conforme detalhado pela Agência Brasil em reportagem exclusiva sobre o balanço anual.

    Comparativamente, o nono mês de 2023 havia sido mais modesto, com cerca de R$ 182 bilhões, afetado por resquícios da pandemia e inflação galopante, o que explica o salto exponencial observado agora.

    Especialistas apontam que esses recordes sequenciais sinalizam uma trajetória ascendente para 2025.

    O 1º relatório bimestral de avaliação fiscal, divulgado em maio, projetava R$ 10,5 bilhões adicionais via IOF, mas ajustes legislativos – incluindo a rejeição da MP 1.303 pela Câmara – forçaram o governo a buscar alternativas criativas, como revisão de gastos públicos estimada em R$ 30,9 bilhões.

    Para o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, isso é essencial para estabilizar a dívida pública, que paira em níveis preocupantes.

    Em resumo, setembro de 2025 não é apenas um número: é um termômetro da vitalidade brasileira, onde crescimento econômico e eficiência fiscal se entrelaçam.

    Com olhos no futuro, o governo Lula mira em reformas tributárias para sustentar esse momento, garantindo que os ganhos cheguem aos bolsos dos contribuintes via serviços públicos de qualidade.

    Os próximos relatórios da Receita Federal prometem uma trajetória promissora.



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    1 comentário em “‘Ano da colheita’ de Lula: arrecadação de setembro bate recorde de R$ 216,7 bi, melhor resultado desde 2000”

    1. Vania Barbosa Vieira

      Boa administração dá nisso! Parabéns Lula, parabéns Haddad. Parabéns ao povo brasileiro pela escolha.👏👏👏
      2026 LULA LÁ!🎊🎊🎊

    Os comentários estão fechados.

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