Aras pediu reunião com Fux e expectativa de jornalistas é que Bolsonaro seja beijado na face

O PGR, que é o responsável por ‘tocar’ processos contra o presidente, tem sido pressionado a agir, especialmente após o ministro do STF entender que o caso de Bolsonaro é de “camisa de força”

“Foi Augusto Aras quem pediu para conversar pessoalmente nesta sexta com o presidente do STF, ministro Luiz Fux. O chefe da PGR está num momento “delicado”, precisando da aprovação no Senado para seguir na cadeira, e tem sido cobrado por ministros do Supremo a sair da sombra em relação a Jair Bolsonaro”, escreve Robson Bonin, no Radar da Veja. “A conversa de logo mais será sobre a crise aberta pelo discurso golpista do presidente da República contra ministros da Corte e a própria Constituição”, prossegue o colunista. “Aras e Fux, segundo interlocutores, vão falar sobre “consequências dos atos de Bolsonaro”, pontua Bonin. Ou seja: Há uma expectativa que remete à uma famosa passagem bíblica, de um beijo na face que mudou o curso da história sagrada.

O colunista do UOL Josias de Souza afirmou que Fux deve ter entendido que o caso do Bolsonaro é de “camisa de força” e não de “tranquilizante” como ele devia acreditar ao ter proposto uma reunião “pacificadora” entre poderes há alguns dias.

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