Ex-presidente temia que as MK-84 pudessem devastar Rafah no momento em que a cidade abrigava milhares de palestinos que haviam sido deslocados do norte do enclave – SAIBA MAIS
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O novo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, autorizou o envio de quase 2 mil bombas para Israel, que haviam sido canceladas pelo ex-presidente Joe Biden.

Donald Trump e Benjamin Netanuahu / REUTERS/Ronen Zvulun
O carregamento consiste em bombas MK-84 e será colocado num navio e entregue a Israel nos próximos dias.
O modelo Mark 84 é o maior da série Mark 80, bomba que foi usada na Guerra do Vietnã sob o codinome “Martelo“, devido ao seu poder e peso de até 908 kg.
Mesmo tendo apoiado a ofensiva israelense em Gaza e mantido o fornecimento de armas, Biden havia interrompido o envio das bombas em Maio, temendo que fossem utilizadas em áreas densamente povoadas de Rafah.
A cidade palestina situa-se no sul da Faixa de Gaza, na fronteira com o Sinai, no Egito, para onde mais de um milhão de palestinos se refugiaram depois dos primeiros meses de ofensiva.
A decisão de Biden contra o envio das MK-84 resultou, na época, em um dos maiores momentos de tensão entre Washington e o governo do primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu.
Desde o ataque do Hamas em 7 de outubro de 2023, Biden apoiava o objetivo de Israel de erradicar o grupo islâmico em Gaza, mas, ao mesmo tempo, o ex-presidente democrata dos EUA pediu ao premiê de Israel para minimizar os danos à população civil, onde mais de 45 mil pessoas perderam a vida nos últimos 15 meses de ofensiva.
O levantamento da suspensão das bombas foi anunciado após um acordo de trégua e da libertação de reféns em Gaza em 15 de janeiro. O cessar-fogo foi mediado pelo Qatar e pelo Egito, além de equipes de Biden e Trump.
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