Imagens que circulam nas redes sociais foram comentadas por Guga Noblat, que chamou a atenção para a truculência de agentes da segurança pública de Minas Gerais contra foliões – SAIBA MAIS
COMPARTILHE:
✅ UrbsMagna no WhatsApp
——-Receba Notícias———
➡️ UrbsMagna no Telegram
“Eu não confio na Polícia Militar. Para cada herói na PM, existem pelo menos 10 covardes ou coniventes e mais um punhado de PMs bandidos”, afirmou o jornalista Guga Noblat, em sua conta na plataforma X.
O profissional de imprensa compartilhou um vídeo que mostras pessoas caídas no chão. Segundo ele, agentes de segurança pública “atacaram um bloco de carnaval com gás de pimenta e bomba de efeito moral”.
Guga disse que “acertaram crianças, mães, famílias”. Sem especificar em qual cidade foi registrada a violência, o jornalista acrescentou que a PM de Minas Gerais chegou “logo depois de gritos do bloco contra Jair Bolsonaro“.
“Algemaram e prenderam duas pessoas trans que organizaram a festa e deram coronhada na cabeça de um deles”, reportou Guga. “Para justificar o ataque aos foliões, a PM afirmou que um ônibus da cidade tinha sido apedrejado”.
O jornalista se mostrou incrédulo sobre a versão apresentada: “Por quem? Pelos foliões? Resolveram do nada apedrejar um ônibus?”
“Eu não confio na PM. À rádio Itatiaia, a polícia também alegou que estava tocando “funk”, o que para eles fugia do perfil do carnaval”, disse Guga Noblat, que interpretou a “narrativa” da seguinte forma: “Agora é a PM que escolhe a música dos bloquinhos e decide o que é carnaval”.
Para Guga Noblat, a PM ainda “veio com a cascata de que tinha gente usando drogas” e que “bebida alcoólica era vendida para menores”.
“Alô, alô, governador Zema, vai agir contra esses covardes fardados?“, questionou o jornalista.











