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Aparece a prova mais consistente sobre suspeita de rachadinha no gabinete de Carlos Bolsonaro, diz O Globo

    Chefe de Gabinete do vereador recebeu um total de R$ 2,014 milhões em créditos provenientes das contas de outros seis servidores nomeados pelo filho do ex-presidente

    Investigadores do Ministério Público do Rio encontraram a prova mais consistente sobre a suspeita de rachadinha no gabinete de Carlos Bolsonaro na Câmara Municipal.

    Trata-se de uma movimentação financeira na conta do assessor Jorge Luiz Fernandes, em um total de R$ 2,014 milhões em créditos provenientes das contas de outros seis servidores nomeados pelo filho do ex-presidente Jair Bolsonaro, diz matéria de Chico Otávio, no jornal ‘O Globo‘ desta quinta-feira (4/5). 

    Nomeado desde 2001, Fernandes usou contas pessoais para pagar despesas de Carlos e a Promotoria quer saber agora se os pagamentos foram regulares, o que provaria o benefício direto do desvio dos salários dos nomeados, sendo suficiente para imputar o crime de peculato ao chefe de Gabinete.

    Segundo o texto da publicação, o documento constatou que, entre 2009 e 2018, Fernandes recebeu créditos dos seis funcionários em vários lançamentos. Ele é casado com uma das depositantes e é cunhado de assessor que foi lotado no gabinete do então deputado federal Jair Bolsonaro.

    A investigação do MP-RJ sobre a prática de rachadinha foi iniciada com base em reportagem publicada pela revista “Época”, em junho de 2019, revelando que sete parentes de Ana Cristina Valle, ex-mulher do ex-presidente e sua madrasta, foram empregados no gabinete de Carlos, mas não compareciam ao trabalho.

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