Menores de 18 anos representam quase um quinto das vítimas fatais; bebê de 8 meses entre as mártires mulheres e 29 hospitais fora de operação revelam o custo humano brutal do conflito
Brasília (DF) · 09 de março de 2026
O conflito entre Irã, Estados Unidos e Israel tem gerado graves impactos em infraestruturas civis, incluindo instalações de saúde e escolas, com relatos consistentes de danos a hospitais e centros de emergência, além de vítimas civis, incluindo crianças.
De acordo com declarações oficiais iranianas, o chefe da Organização de Emergência do país informou que 190 dos mártires (termo usado no Irã para designar vítimas fatais) são menores de 18 anos.
Dentre os feridos, 700 estão abaixo dessa faixa etária, com 60 com menos de cinco anos.
Além disso, 1.402 feridos são mulheres, e o número de mártires femininas chega a 200, com a mais jovem de oito meses e a mais idosa de 88 anos.
Os danos à rede de saúde incluem 29 hospitais afetados, 41 unidades de saúde e 18 bases de emergência danificadas ou destruídas, o que compromete severamente o atendimento à população.
Equipes médicas trabalham ininterruptamente há dias, sem retornar para casa, dedicando-se ao socorro das vítimas.
Esses dados foram divulgados em canais oficiais iranianos, como o perfil do Tehran Times no Telegram, e ecoados em reportagens de veículos internacionais que citam autoridades de saúde do Irã.
A Organização Mundial da Saúde (OMS) verificou pelo menos 13 ataques a instalações de saúde no Irã, resultando em mortes e ferimentos entre profissionais médicos, além de danos a ambulâncias e evacuações de hospitais, como o Gandhi Hospital em Teerã, afetado por explosões próximas.
Fontes como BBC e Reuters confirmam danos verificados a hospitais, escolas e outros locais civis por meio de imagens de satélite e vídeos geolocalizados, embora o número exato de instalações varie ligeiramente entre relatos (alguns mencionam até 20-25 hospitais impactados).
A OMS condenou as violações ao direito humanitário internacional, destacando que ataques a infraestruturas de saúde agravam a crise humanitária na região.
O conflito, iniciado recentemente, já registra mais de mil vítimas fatais civis no Irã, com ênfase em crianças e mulheres, e interrupções no fornecimento de suprimentos médicos.
Não há atualizações significativas nas últimas horas em fontes confiáveis que alterem esses números principais, mas a situação evolui rapidamente; detalhes adicionais serão atualizados em breve conforme novas confirmações oficiais.









