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André Mendonça vota para revogar prisão de Collor, mas STF tem maioria para manter reclusão

    André Mendonça vota para revogar prisão de Collor, mas STF tem maioria para manter reclusão


    ANDRÉ MENDONÇA durante sessão no STF – Imagem reprodução


    Placar de 6×1 reforça decisão de Alexandre de Moraes, enquanto julgamento no Supremo avança no plenário virtual – SAIBA MAIS

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    Brasília, 28 de abril de 2025

    O Supremo Tribunal Federal (STF) retomou, nesta segunda-feira (28/abr), o julgamento sobre a prisão do ex-presidente Fernando Collor, condenado a oito anos e dez meses por corrupção passiva e lavagem de dinheiro em um esquema na BR Distribuidora, desdobramento da Operação Lava Jato.

    O ministro André Mendonça abriu divergência ao votar pela revogação da prisão, argumentando contra a decisão do relator, Alexandre de Moraes, que determinou o cumprimento imediato da pena.

    Apesar da posição de Mendonça, a Corte já formou maioria de seis votos favoráveis à manutenção da reclusão, com votos de Moraes, Flávio Dino, Luís Roberto Barroso, Cármen Lúcia, Edson Fachin e Dias Toffoli.

    O julgamento, conduzido no plenário virtual, deve se encerrar às 23h59 desta segunda-feira.

    A decisão de Moraes, publicada em 24 de abril, rejeitou um recurso da defesa de Collor, considerado protelatório, e determinou a prisão imediata, executada na madrugada de 25 de abril em Maceió.

    A defesa do ex-presidente argumentou que a pena deveria ser reduzida com base em votos de ministros que defenderam punições mais leves, como Mendonça, Dias Toffoli, Gilmar Mendes e Nunes Marques, mas o relator refutou o pedido, destacando que o STF não aceita recursos baseados apenas em discordâncias sobre o tamanho da pena.

    Gilmar Mendes, que inicialmente pediu destaque para levar o caso ao plenário físico, recuou, permitindo a continuidade da análise no ambiente virtual, onde não há debates, apenas registro de votos.

    Restam os votos de Mendes, Luiz Fux e Nunes Marques, enquanto Cristiano Zanin se declarou impedido por ter atuado em processos da Lava Jato.

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    A prisão de Collor marca um momento histórico, sendo ele o segundo ex-presidente brasileiro detido por condenação penal, após Lula, cujo caso foi anulado.

    A defesa apresentou pedidos de prisão domiciliar, citando condições de saúde como Parkinson e transtorno bipolar, mas até o momento não obteve sucesso.

    O caso reflete a rigidez do STF em decisões relacionadas à Lava Jato e reforça o debate sobre a execução de penas de figuras políticas de alto escalão.

    A análise virtual, que evita atrasos no julgamento, foi retomada após articulação interna para manter a decisão de Moraes, considerada mais sólida com a maioria já formada.

    A conclusão do julgamento pode consolidar a condenação de Collor, encerrando uma longa trajetória de recursos desde sua denúncia em 2015.

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