Na Corte máxima de Justiça do Brasil, a expectativa também é a de que a denúncia seja apresentada nos próximos dias, para que o inelegível até 2030 seja julgado e, possivelmente preso, ainda neste ano – SAIBA MAIS
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Bolsonaristas próximos do ex-presidente inelegível até 2030 aguardam a denúncia de Jair Bolsonaro (PL) pela PGR (Procuradoria-Geral da República) para antes do Carnaval, cuja data em 2025 ficou para o início de março.
Ou seja: neste caso, o procurador-geral da República, Paulo Gonet, emitiria seu parecer sobre as 884 páginas do relatório da PF (Polícia Federal), que o ministro do STF (Supremo Tribunal Federal), Alexandre de Moraes enviou para sua apreciação, no final do mês em curso, fevereiro.
Na Corte máxima de Justiça do Brasil, a expectativa também é a de que a denúncia seja apresentada nos próximos dias, informa a jornalista Andreia Sadi, em seu blog no g1. Segundo seu texto, a intenção dos magistrados é julgar Bolsonaro até o fim de 2025.
A informação é a de que ministros da Suprema Corte contam com uma denúncia fatiada, com a atuação de juízes auxiliares para agilizar oitivas. E que a prisão do inelegível é possível, ao término do julgamento.
A autora do texto repete que aliados de Bolsonaro já planejam mobilizar a população em um movimento similar ao Lula Livre.
O ex-presidente tem a estratégia de prolongar sua candidatura até o limite, impedindo a discussão de quem será seu sucessor na direita, escreve a jornalista.
Ela acrescenta que advogados também esperam o resultado da análise do material encontrado com o coronel Peregrino, alvo de busca e apreensão no mesmo dia da prisão do general Walter Braga Netto.
Em novembro de 2024, a PGR recebeu o relatório final da Polícia Federal indiciando Bolsonaro e mais 36 pessoas por tentativa de golpe de Estado. Havia expectativa de que a denúncia fosse apresentada a partir de fevereiro. A Procuradoria pode alterar as conclusões da PF ao acusar formalmente no STF. Uma vez feita a denúncia, os acusados têm 15 dias para responder, e após essa etapa, o relator julga o recebimento do caso. Se aceito, os acusados se tornam réus e respondem a ações penais na Corte, com possibilidade de recurso.
