São três categorias com 7 “criadores“, 12 “líderes” e 6 “heróis“, dentre eles o ministro do STF que “se tornou um símbolo da democracia e da justiça” no Brasil; jornal destaca “postura firme contra ataques ao sistema eleitoral e redes de desinformação“
Brasília, 05 de dezembro 2025
Alexandre de Moraes figura como “herói” global em uma publicação da revista britânica Financial Times, desta sexta-feira (5/dez). A dos influentes que mandam no mundo em 2025 contém três categorias, sendo “criadores“, “líderes” e “heróis“.

O ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) é o único brasileiro dentre um total de 25 eleitos, sendo 7 na primeira categoria, 12 na segunda e 6 “heróis”, dentre eles o “símbolo da democracia e da justiça” no Brasil, graças a sua “postura firme contra ataques ao sistema eleitoral e redes de desinformação“.
Quem manda no mundo em 2025, na lista do Financial Times
O ministro do STF ganhou destaque internacional por blindar a democracia brasileira, figurando ao lado de gigantes da tecnologia, ícones da cultura pop e estrategistas políticos que moldaram os rumos do planeta neste ano.
A publicação britânica exalta o ministro brasileiro por barrar o golpismo, enquanto também destaca visionários por trás da revolução do emagrecimento, da inteligência artificial e da nova ordem geopolítica.
O que define o verdadeiro poder?
Para o Financial Times, não são apenas os cargos ou a fortuna acumulada que definem o poder de influência em 2025, mas a capacidade tangível de alterar os rumos da humanidade.
Em sua aguardada Lista de Influência de 2025, o jornal britânico deu ao Brasil protagonismo central na categoria mais nobre da seleção, com o ministro Alexandre de Moraes sendo reconhecido internacionalmente como um bastião da estabilidade democrática.
Alexandre de Moraes:
O Guardião da Constituição
A inclusão de Alexandre de Moraes na categoria “heróis” não é apenas um reconhecimento jurídico, mas um posicionamento político global. O texto, assinado pela historiadora Lilia Moritz Schwarcz, detalha que o ministro se tornou um “símbolo da democracia e da justiça” ao liderar a resistência institucional contra o populismo autoritário.
A publicação destaca que, ao contrário de outras cortes supremas pelo mundo que capitularam, Moraes e a Primeira Turma do STF recusaram-se a apoiar a tentativa de golpe de Estado de 8 de janeiro de 2023.
Sua influência foi decisiva: após julgamentos públicos, o ex-presidente Jair Bolsonaro e oficiais de alta patente das Forças Armadas foram presos, enviando uma mensagem clara de que a Constituição deve ser respeitada.
O jornal, contudo, faz uma ressalva analítica importante: há uma “tensão entre firmeza e excesso” na centralidade de suas decisões, lembrando que o poder, mesmo quando usado para proteção, necessita de contrapesos.
A Elite dos “heróis”:
Quem está ao lado de Moraes no FT
Na mesma categoria de Moraes, figuram personalidades que lutaram batalhas cruciais em outras frentes:
Lotte Bjerre Knudsen: 
A cientista da Novo Nordisk revolucionou a saúde mundial. Ela é a “mãe” dos medicamentos à base de GLP-1 (como Ozempic/Wegovy), provando cientificamente que a obesidade é uma questão biológica, e não de falta de força de vontade, alterando para sempre a indústria alimentícia e farmacêutica.
Margaret Atwood: 
A autora canadense entra na lista por sua “ficção profética” que alerta sobre o retorno do autoritarismo e a misoginia. Mais do que escritora, ela é citada como uma ativista ferrenha cujos alertas ajudam a proteger o pluralismo e a democracia no Canadá e no mundo.
Jane Fonda: 
Aos 87 anos, a atriz vive um novo auge ao revitalizar o Comitê para a Primeira Emenda, liderando a luta pela liberdade de expressão e contra a crise climática, provando que é possível “florescer” e influenciar políticas públicas em qualquer idade.
Zak Brown: 
O CEO da McLaren Racing é creditado por um milagre corporativo e esportivo. Ele salvou a equipe da falência durante a pandemia e a guiou ao título do Campeonato de Fórmula 1, implementando uma cultura rara de transparência e honestidade no automobilismo.
Rory McIlroy: 
O golfista garantiu seu lugar ao completar o Grand Slam da carreira com a vitória no Masters Tournament. Ele é exaltado não apenas pelos títulos, mas por sua liderança ética e longevidade no esporte em tempos de turbulência.
Sra. Rachel (Rachel Anne Accurso): 
A educadora se tornou um fenômeno global no YouTube. Além de ensinar milhões de crianças (incluindo aquelas com deficiência, através de linguagem de sinais), ela usou sua plataforma massiva para advogar contra a fome e o genocídio de crianças em Gaza, misturando educação infantil com ativismo humanitário.
Líderes: Os Arquitetos da Nova Ordem Global
A categoria “Líderes” agrupa aqueles que detêm as chaves da tecnologia, da guerra e da política econômica:
Jensen Huang: 
O CEO da Nvidia é descrito como o construtor da infraestrutura da era moderna. Sua aposta visionária em uma nova arquitetura de computação permitiu a existência da Inteligência Artificial atual, tornando-o indispensável para o futuro digital.
Susie Wiles: 
Como chefe de gabinete da Casa Branca sob Donald Trump, ela é chamada de “a mulher mais poderosa do mundo”. Sua entrada na lista se deve à sua capacidade única de gerenciar o presidente com “garra e elegância”, sendo o pilar de estabilidade em uma administração turbulenta.
Blaise Metreweli: 
A primeira mulher a chefiar o MI6 (Serviço Secreto de Inteligência britânico) modernizou a espionagem, integrando tecnologia avançada para combater ameaças estatais, mantendo altos padrões éticos e de confiança.
Margarita Simonyan: 
Editora da RT, ela representa a face da propaganda de guerra russa. Sua influência vem da retórica extrema e lealdade a Vladimir Putin, chegando a sugerir o uso de armas nucleares e a fome como ferramentas de submissão global.
Stella Li: 
A executiva da BYD foi fundamental para a expansão global dos carros elétricos chineses, unindo Oriente e Ocidente com uma liderança focada na inovação rápida e na coragem de “encarar o impossível”.
Peter Thiel: 
O fundador da Palantir consolidou-se como o intelectual da direita tecnológica. Sua influência disparou com a reeleição de Trump e o sucesso financeiro de suas empresas de vigilância, desafiando a cultura liberal do Vale do Silício.
Nigel Farage: 
O político britânico do Partido Reformista é listado como o grande disruptor do sistema, capaz de articular a indignação popular e desestabilizar primeiros-ministros, sendo cotado como favorito para o cargo no futuro.
Safra Catz: 
Líder discreta, ela focou na construção de infraestrutura para escalar a IA, demonstrando que a verdadeira influência muitas vezes reside em saber quando agir nos bastidores em vez de buscar os holofotes.
David Solomon: 
O CEO do Goldman Sachs reverteu as expectativas de sua demissão ao entregar lucros recordes e um desempenho estelar em fusões e aquisições, provando que resultados financeiros sólidos silenciam qualquer crítico.
Zohran Mamdani:
O político de Nova York criou um novo modelo de campanha focado na classe trabalhadora, recusando dinheiro de bilionários e lutando por transporte e moradia acessíveis, inspirando um movimento de base.
Michele Kang: 
A investidora reescreveu as regras do esporte feminino ao tratar clubes como o Washington Spirit como ativos de mercado em crescimento, e não caridade, provando a viabilidade financeira do futebol para mulheres.
Criadores:
A Vanguarda da Cultura
Por fim, os “Criadores” são aqueles que usaram a arte para redefinir identidades e fronteiras:
Stephen Graham: 
O ator britânico é reconhecido por uma intensidade tão visceral que o termo “Stephen Grahamado” virou sinônimo de ser confrontado por uma atuação de verdade e carisma avassaladores.
Bad Bunny: 
O astro porto-riquenho quebrou barreiras linguísticas ao ser o primeiro a cantar totalmente em espanhol no Super Bowl, além de usar sua influência para advogar pela autonomia política de Porto Rico.
Rosalía:
Com o álbum Lux, a cantora espanhola realizou uma reinvenção radical, misturando o sagrado e o profano em uma obra que desafia a música gerada por IA, reafirmando o valor da criação humana autêntica.
Cynthia Erivo:
Estrela de Wicked, ela é celebrada por sua autenticidade “sem filtro” e por proteger aqueles ao seu redor, transformando-se em uma força da natureza tanto nas telas quanto na vida real.
Ryan Coogler:
O cineasta não apenas emocionou com sua arte, mas mudou as regras da indústria ao garantir a propriedade intelectual de suas obras originais, empoderando criadores negros a serem donos de suas próprias histórias.
Jonathan Anderson: 
O designer da Dior e JW Anderson capturou o espírito da moda contemporânea com uma ética de trabalho incansável, unindo sofisticação e simplicidade sem cair no clichê do “artista atormentado”.
Helen Garner: 
A diarista e romancista australiana foi escolhida pela profundidade com que captura a complexidade da vida cotidiana e dos relacionamentos, transformando a rotina em alta literatura.

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A inteligência associada a coragem, foi o que bastou para a determinação de Alexandre de Moraes livrar o Brasil do maior retrocesso político, Moraes resgatou a nossa soberania e nossa democracia
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