O ex-ministro da Justiça e ex-secretário de Segurança Pública do DF, Anderson Torres | Foto / MJSP
O ex-ministro da Justiça e ex-secretário da Segurança Pública do Distrito Federal é delegado de carreira da PF desde 2003
Delegados da cúpula da Polícia Federal dão como certo que, além de preso, Anderson Torres será expulso da corporação, por conta da omissão diante dos atos golpistas do domingo ‘8 de Janeiro’ em Brasília.
O ex-ministro da Justiça do falido governo Bolsonaro, o também ex-secretário da Segurança Pública do Distrito Federal, além de exonerado por pelo governador afastado, Ibaneis Rocha, Anderson Torres é delegado de carreira da PF desde 2003; ou seja, há 20 anos, lembra, em sua matéria, o colunista do Metrópoles, Igor Gadelha.
Delegados ouvidos sob reserva preveem que, após o avanço das investigações, Torres será alvo de um processo administrativo interno que culminará com sua exoneração definitiva da PF, diz o texto no portal de notícias.
A previsão é compartilhada até mesmo por aliados próximos do ex-ministro da Justiça, que enxergam um desfecho bastante difícil para Anderson Torres em todo esse caso. Se ocorrer, se tornará mais um exemplo, com efeitos didático, de que o extremismo não compensa.
