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Disputa contra o atual governador Tarcísio de Freitas promete ser acirrada – SAIBA MAIS
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Brasília, 03 de junho de 2025
O vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB) pode ser o nome escolhido para concorrer ao governo de São Paulo em 2026, segundo fontes próximas ao PT.
A estratégia visa criar um “palanque forte” para a campanha de reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva no maior estado do país, onde a disputa contra o atual governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) promete ser acirrada.
A possível candidatura de Alckmin é vista como uma jogada para consolidar alianças políticas.
Caso ele dispute o governo paulista, a vice-presidência na chapa de Lula poderia ser ocupada por um representante do “centrão”, ampliando a base de apoio do governo.
Alckmin, que já governou São Paulo por quatro mandatos, tem forte apelo eleitoral no estado, mas enfrentaria desafios contra Tarcísio, que busca a reeleição.
Articulações para 2026: Alckmin ou Haddad?
Além de Alckmin, outro nome ventilado é o do ex-prefeito Fernando Haddad (PT), que poderia concorrer ao Senado.
Essa configuração seria a “chapa dos sonhos” para petistas paulistas, segundo fontes de O Globo.
No entanto, o presidente do PSB, Carlos Siqueira, defende a permanência de Alckmin como vice de Lula, indicando resistência à sua saída da chapa nacional.
Pesquisas recentes mostram a força de Alckmin em São Paulo. Um levantamento do Datafolha de abril apontou que, sem Tarcísio na disputa, Alckmin lidera com 29% das intenções de voto, seguido por Pablo Marçal (PRTB) com 20%.
Mesmo com Tarcísio na corrida, Alckmin mantém competitividade, mas a disputa seria equilibrada, com 51,8% contra 34,9% no segundo turno.
Desafios e Oportunidades na Disputa Paulista
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A candidatura de Alckmin enfrenta obstáculos. O PSB reluta em abrir mão da vice-presidência, conquistada em 2022.
Além disso, Tarcísio de Freitas tem alta popularidade e o apoio de setores conservadores, o que torna a disputa em São Paulo uma das mais estratégicas do país.
Por outro lado, a experiência de Alckmin como governador e sua capacidade de atrair eleitores moderados podem ser decisivas.
A movimentação reflete o “xadrez político” para 2026, com o PT buscando fortalecer sua base em São Paulo para minimizar o impacto da popularidade de Tarcísio.
A decisão final dependerá de negociações entre PT, PSB e aliados do “centrão”, que já demonstram interesse na vice-presidência.
O Que Dizem as Pesquisas?
O Datafolha também indicou que, sem Alckmin e Tarcísio na disputa, Pablo Marçal lidera com 21%, seguido por Ricardo Nunes (MDB) com 15%.
A rejeição a Marçal é alta, o que pode beneficiar Alckmin em cenários de segundo turno.
Esses números mostram a relevância de São Paulo como termômetro político para as eleições nacionais.












