O diretor Wallter Sales dedicou o prêmio a Eunice Paiva, interpretada por Fernanda Torres, à própria atriz e à sua mãe Fernanda Montenegro, destacando sua resistência durante a ditadura – SAIBA MAIS
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O longa-metragem brasileiro protagonizado por Fernanda Torres e dirigido por Walter Sales, Ainda Estou Aqui, conquistou neste domingo (2/fev) a categoria Melhor Filme Internacional da 97ª edição do Oscar, superando concorrentes como Emilia Pérez e Garota da Agulha.
O diretor dedicou o prêmio a Eunice Paiva, interpretada por Torres, à própria atriz e à sua mãe, Fernanda Montenegro, destacando sua resistência durante um regime autoritário.
Walter Salles dedica Oscar 2025 de Melhor Filme Estrangeiro a Eunice Paiva, que decidiu “não se curvar e resistir” após “perdas sofridas durante um regime autoritário”, e a “duas mulheres que deram vida a ela: Fernanda Torres e Fernanda Montenegro”.
Walter Salles dedica Oscar 2025 de Melhor Filme Estrangeiro a Eunice Paiva, que decidiu "não se curvar e resistir" após "perdas sofridas durante um regime autoritário", e a "duas mulheres que deram vida a ela: Fernanda Torres e Fernanda Montenegro". pic.twitter.com/4uIx1qMRdM
— 𝓤𝓻𝓫𝓼 𝓜𝓪𝓰𝓷𝓪 (@UrbsMagna) March 3, 2025
Ainda Estou Aqui é baseado no livro de Marcelo Rubens Paiva, filho do deputado assassinado na ditadura militar, Rubens Paiva, e conta a história da busca de sua esposa, Eunice.
O elenco também conta com Selton Mello e outros atores notáveis. Nas redes sociais, políticos expressaram a emoção com o reconhecimento do cinema brasileiro.
O Presidente da República Federativa do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), disse que “o Oscar de Melhor Filme Internacional para Ainda Estou Aqui é o reconhecimento do trabalho de Walter Salles e toda equipe, de Fernanda Torres e Fernanda Montenegro, Selton Mello, do Marcelo Rubens Paiva e família e todos os envolvidos nessa extraordinária obra que mostrou ao Brasil e ao mundo a importância da luta contra o autoritarismo“.











