Segundo Reinaldo Azevedo, “o crime não ficará impune” e será aplicada a “penalidade máxima que o sistema judicial conseguir produzir por intermédio de provas e dentro das regras do jogo” – ASSISTA
A Polícia Federal cumpriu, nesta terça-feira (18/7), mandados de busca e apreensão na casa dos acusados de hostilizar o ministro do STF (Supremo Tribunal Federal), Alexandre de Moraes, e sua família no aeroporto de Roma, na Itália.

As buscas foram feitas na casa do empresário Roberto Mantovani Filho e de sua esposa, Andrea Mantovani, em Santa Bárbara do Oeste, no interior de São Paulo, informa a ‘Agência Brasil‘.
O empresário Alex Zanatta também foi alvo de buscas. Os mandados foram autorizados pelo Supremo, e os policiais foram autorizados a recolher aparelhos eletrônicos e documentos na casa dos envolvidos.
O caso de agressão ocorreu na última sexta-feira na Itália. Um grupo de brasileiros teriam ofendido Alexandre de Moraes e agredido um dos filhos do ministro.
A defesa da família Mantovani diz que as ofensas foram proferidas por outras pessoas. Já Alex Zanatta prestou depoimento na Polícia Federal no domingo e negou ter ofendido o ministro do STF.
De acordo com advogado do casal de agressores, houve exagero na decisão que determinou a busca e apreensão:
“Eu acredito que toda decisão judicial deve ser respeitada, mas eu acredito que se o Supremo Tribunal Federal tivesse conhecimento dos depoimentos que foram prestados hoje, eu acredito que muito provavelmente uma decisão dessa não saísse“, afirmou , afirmou o advogado Ralph Tórtima.
“Na verdade, uma busca em torno de celular, querendo encontrar alguma vinculação de algum deles com alguma questão relacionada à urna eletrônica ou ataque golpista, o que não existe em absoluto”.
Diante dos fatos, o jornalista Reinaldo Azevedo afirmou que “quem pensa que tudo vai ficar baratinho, está vivendo em outro mundo“.
“O crime não ficará impune” e será aplicada a “penalidade máxima que o sistema judicial conseguir produzir por intermédio de provas e dentro das regras do jogo“, pois trata-se de uma tentativa de intimidação do exercício da magistratura – ASSISTA
