Após a morte de Adriano Magalhães da Nóbrega na manhã de domingo (9) numa operação na Bahia, onde ele estava supostamente ‘escondido‘, as investigações continuam, principalmente em seus negócios ilícitos.
A polícia do Rio acredita que as fazendas de gado — ele teria terras na Bahia e em Sergipe em nome de laranjas — eram uma forma usada para lavar o dinheiro do crime.
No domingo, o ex-policial foi ‘localizado‘ no município de Esplanada, na área rural da Bahia, no sítio de um político.
A Secretaria de Segurança da Bahia informou que, na ação, Adriano “resistiu com disparos de arma de fogo e terminou ferido”.
Deflagrada em 22 de janeiro de 2019, com base em investigações do Grupo de Atuação Especial no Combate ao Crime Organizado, do MP, a operação Os Intocáveis revelou que o ex-capitão comandava um esquema de agiotagem, grilagem de terras e construções ilegais, com o pagamento de propina a agentes públicos, a fim de manter seus negócios ilícitos, “sempre de forma violenta e por meio de ameaças”.
Outros 12 integrantes da milícia de Rio das Pedras estão presos.
com informações do Globo.
