Acusado de assassinar Marielle, Ronnie Lessa pode ter sido alvo de queima de arquivo

11/12/2019 0 Por Redação Urbs Magna

Ronnie Lessa teria sido vítima de um suposto latrocínio 45 dias depois de ter disparado os tiros que mataram Marielle Franco e Anderson Gomes. Mas, policiais civil acreditam que caso pode ter sido uma tentativa de queima de arquivo


Da revista Fórum – Preso como responsável pelos disparos que assassinaram Marielle Franco e Anderson Gomes, o ex-PM Ronnie Lessa tomou um tiro no pescoço ao reagir a um suposto assalto 45 dias depois do dia do crime contra a vereadora do PSol. O caso foi registrado como latrocínio, mas há diversas lacunas no inquérito e, em sigilo, policiais civis afirmaram a Flávio Costa, do portal Uol, que há suspeitas de queima de arquivo.

No registro da investigação, Ronnie teria reagido a um assalto após estacionar seu carro em frente ao restaurante Varandas, no Quebra-Mar da Barra da Tijuca, zona oeste do Rio, no dia 27 de abril de 2018

Alessandro Carvalho Neves, identificado como autor do crime, chegou em uma moto, parou próximo ao quiosque, sacou o revólver e anunciou o assalto. Lessa teria se desequilibrado na ação por usar uma prótese na perna esquerda e caiu. Um bombeiro, identificado como Maxwell Correia, que iria almoçar com Lessa, mandou o assaltante largar a arma, mas ele teria reagido atirando.

Dois disparos acertaram Lessa no pescoço e Maxwell na perna. O bombeiro ainda conseguiu acertar um tiro nas costas do assaltante, que fugiu, sendo preso em seguida e condenado a 13 anos e 4 meses no processo por latrocínio.

Leia a íntegra na Fórum 

Comente com o Face ou utilize a outra seção abaixo. Os comentários são de responsabilidade do autor e não têm vínculo com a publicação. Mantenha um bom nível de discussão, do contrário reservamo-nos o direito de banir seus perfis.