
LULA e XI JINPING após conversa em Pequim 13.5.2025 – Crédito Xinhua
Medida visa facilitar os intercâmbios entre dois gigantes, o asiático e o sul-americano – SAIBA MAIS
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Brasília/Pequim, 16 de maio de 2025
A partir de 1º de junho de 2025, cidadãos brasileiros poderão entrar na China sem a necessidade de visto para estadias de até 30 dias, uma medida que promete fortalecer os laços entre o gigante asiático e o Brasil.
Anunciada pelo porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China, Lin Jian, a política abrange também Argentina, Chile, Peru e Uruguai, com validade experimental até 31 de maio de 2026.
O objetivo é impulsionar o turismo, facilitar negócios e promover intercâmbios culturais, colocando o Brasil em pé de igualdade com nações europeias e asiáticas que já desfrutam de isenção, conforme reportou a agência de notícias Reuters.
A iniciativa reflete a estratégia da China de expandir sua conectividade global, especialmente com a América Latina.
Além dos brasileiros, cidadãos de países como Coreia do Sul, Noruega e Finlândia também foram incluídos em políticas recentes de isenção, válidas até 31 de dezembro de 2025.
A medida é vista como um convite para explorar a diversidade cultural e econômica chinesa, com foco em atividades como turismo, visitas familiares e trânsito, segundo a Travel And Tour World.
A isenção de visto para brasileiros é parte de um movimento mais amplo de abertura da China, que já assinou acordos de isenção mútua com países como Singapura e Tailândia.
Para o Brasil, a medida é um marco nas relações bilaterais, especialmente após a visita do Presidente da República Federativa do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), a Pequim, que reforçou parcerias econômicas.
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A política não se aplica a estadias superiores a 30 dias ou atividades como trabalho e estudo, exigindo vistos específicos, publicou a EFE.
A China também flexibilizou regras para outros países, como a Uzbequistão, com acordos que permitem até 90 dias de estadia em um período de 180 dias.
A medida para brasileiros, contudo, é unilateral, não exigindo reciprocidade imediata, o que contrasta com a política brasileira de exigir vistos de americanos e canadenses por reciprocidade.
Essa abertura é vista como um passo estratégico para atrair mais visitantes e investimentos, em um momento em que a China busca se destacar no turismo global, conforme a mídia chinesa Gazeta.uz.












