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A Guerra será Mundial. Brasil pode sofrer, por Bolsonaro não ter manifestado neutralidade


    O principal “think tank” americano de política externa, Richard Haass, presidente do Council on Foreign Relations, alertou o que vai representar o assassinato de Qassim Soleimani, antecipando-se inclusive à decisão iraquiana, conforme publica a Folha de São Paulo desta segunta (06).

    “A era da cooperação EUA-Iraque acabou, o resultado será maior influência iraniana, forçando os EUA a voltar seu foco estratégico ao Oriente Médio”, desviando a atenção de China e Rússia.

    Mais importante, “Que ninguém se engane: O campo de batalha com o Irã será em toda a região e possivelmente o mundo”.

    E em toda guerra há os países que se mantém neutros ao conflito em questão, especialmente quando não há interesses em jogo, como é o caso do Brasil.

    Mas agora, no caso do nosso país, Trump teve o apoio de Jair Bolsonaro, manifestado oficialmente via Ministério das Relações Exteriores. E o que isso pode implicar?

    O Brasil é oficialmente aliado dos EUA na guerra contra o Irã.

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