8º Congresso Nacional Brasil Justo do Partido dos Trabalhadores (PT) — Plenária principal realizada no Complexo Brasil 21, em Brasília (DF), entre os dias 24 e 26 de abril de 2026. Auditório lotado reúne militantes e lideranças petistas durante o evento que marcou os 46 anos do partido sob o lema ‘Partido do Povo Forte e Mobilizado’. No telão central, imagem do presidente Luiz Inácio Lula da Silva / Foto: Reprodução / Evento oficial do PT
Brasília (DF) · 27 de abril de 2026
O 8º Congresso Nacional do Partido dos Trabalhadores (PT) encerrou no domingo (26/abr) em Brasília com a aprovação unânime do manifesto “Construindo o futuro” e uma sequência de discursos que reforçaram a reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva como eixo central da estratégia para 2026.
A análise do Urbs Magna aponta que o evento consolidou a unidade do partido em torno de um projeto de desenvolvimento nacional com justiça social e soberania.
A cerimônia de encerramento começou com a composição da mesa, chamando pré-candidatos a governadores como Leandro Graz (Distrito Federal), Cadu Xavier (Rio Grande do Norte), Hélder Salomão (Espírito Santo), Fábio Trade (Mato Grosso do Sul) e Almerízio (Santa Catarina), além do pré-candidato ao Senado Marcelo Ramos (Amazonas).
Representantes internacionais também integraram a mesa: a eurodeputada de Galiza Ana Pont, o representante do Morena México Héctor Polanco, o deputado de Angola Mário Pinto de Andrade, o vice-ministro do Departamento Internacional do Partido Comunista Chinês Marruí e o do Partido Comunista de Cuba Vittor Manuel Cairo, além do ex-primeiro-ministro da Itália Máximo D’Alema.
Movimentos religiosos e partidos aliados foram chamados em seguida: Ialorixá mãe Janaína, pastora Luzinete Caminho, Cris Santana (Comissão de Justiça e Paz), presidenta do PCdoB Nádia Campeão, porta-voz da Rede Sustentabilidade Pedro Ivo e secretário de finanças do PV Rafael Rolim.
A executiva nacional, secretarias setoriais e presidentes estaduais completaram a mesa, junto com a bancada federal e senadores.
O coordenador do Congresso, deputado federal Gilmar Tato, colocou em votação o manifesto, que inclui oito reformas estruturais: política-eleitoral, tributária, tecnológica, do judiciário, administrativa, agrária e da comunicação.
Aprovação foi por unanimidade, com os delegados erguendo crachás.
O documento, segundo o site oficial do PT , atualiza o projeto do partido e define a reeleição de Lula como tática central.
Em seguida, foi reproduzido o pronunciamento de Lula na 1ª Reunião da Mobilização Progressista Global, em Barcelona, onde o Presidente do Brasil afirmou: “Nós não queremos guerra. Nós queremos paz, amor, fraternidade” e criticou o multilateralismo corroído, as guerras e a concentração de riqueza.
Na Espanha, Lula defendeu coerência progressista, multilateralismo reformado e o combate à extrema-direita.
O ex-ministro da Educação e senador Camilo Santana representou ministros e ex-ministros. Ele destacou a reconstrução do país e a necessidade de mostrar os resultados do governo Lula nas eleições.
A deputada Benedita da Silva, que completava 84 anos, falou em nome da bancada: “O Partido dos Trabalhadores e das Trabalhadoras foi a minha segunda porta aberta na vida” e conclamou a militância a eleger Lula novamente.
A governadora Fátima Bezerra (Rio Grande do Norte), representando os governadores, reforçou o compromisso do Nordeste com o projeto nacional e a reeleição de Lula.
O “futuro governador” de São Paulo, Fernando Haddad, lembrou a trajetória de reconstrução e afirmou: “Nós não temos a menor alternativa. O Lula vai concorrer”.
Por fim, o presidente nacional do PT, Edinho Silva, convocou a militância a ser porta-voz do governo e a dialogar com a sociedade, especialmente periferias e juventude evangélica.
O evento reforçou bandeiras como educação em tempo integral, fim da escala 6×1, tarifa zero no transporte, reforma agrária, soberania sobre terras raras e transição energética.
O PT contabiliza 12 palanques para Lula em 2026.
FAQ RÁPIDO
1. Qual o principal eixo do manifesto aprovado?
A reeleição de Lula em 2026 como tática central para garantir continuidade de avanços e defesa da democracia.
2. Quais reformas o PT defende?
Reforma política-eleitoral, tributária, tecnológica, judiciária, administrativa, agrária e da comunicação, além de redução da jornada de trabalho.
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