‘2001 – o início de uma odisseia’: da queda das Torres Gêmeas à candidatura de Moro

Uma ‘retrospectiva’ das ‘ações’ do governo americano para ‘resolver problemas’ em territórios que, coincidentemente, têm fartas reservas de petróleo

Desde a queda das Torres Gêmeas, nos EUA, até o anúncio da pré-candidatura de Sergio Moro à presidência do Brasil, o autor desconhecido faz uma ‘retrospectiva’ das ‘ações’ do governo americano para ‘resolver problemas’ em territórios que, coincidentemente, têm fartas reservas de petróleo.

O texto circula nas redes sociais, especial e viralizantemente no WhatsApp. Leia a seguir:

RETROSPECTIVA

2001 – Queda das torres gêmeas nos EUA.

2003 – Os EUA invadem o Iraque, sob a alegação de que aquele país desenvolve armas químicas.

2006 – Os EUA capturam, executam Saddam Hussein e assumem 100% dos poços de petróleo do Iraque.

2008 – Os EUA mergulham na maior crise imobiliária e econômica doa últimos 50 anos. Milhares de americanos perdem as casas por falta de pagamento, indo morar em trailer’s e nas ruas.

2009 – Os EUA invadem a Líbia e matam Muhamar Gadafi. Usam o mesmo argumento usado contra o Iraque e tomam 100% do petróleo líbio.

2009 – O Brasil descobre o pré-sal, a segunda maior reserva de petróleo das Américas.

2010 – Embargo econômico imposto pelos EUA à Venezuela, que se negou a entregar o domínio do petróleo às petrolíferas americanas.

2011 – O Brasil assume o protagonismo nos Brics, com o maior crescimentos do PIB, ultrapassando o Reino Unido e assumindo a 6ª posição mundial na economia.

2012 – A Europa derrete, sob o efeito da crise iniciada nos EUA. De cada 3 europeus, 1 estava desempregado.

2013 – O Brasil apresenta o menor índice de desemprego do mundo: 4,3%. Milhares de estrangeiros migram para o Brasil, em busca de emprego.

2013 – O vice-presidente dos EUA, Joe Biden, vem ao Brasil para abrir o pré-sal às petrolíferas estadunidenses e recebe um “NÃO” da presidentA Dilma! Na mesma semana se reúne, a sós, com Temer!

2013 – Biden retorna aos EUA e em apenas 1 mês e meio começam as manifestações contra Dilma: as “Jornadas de Junho”.

2014 – Sérgio Moro começa a viajar para a sede da CIA e do Depto de Estado dos EUA, sob o pretexto de fazer cursos. Faz 14 viagens aos EUA em dois anos.

2014 – Aécio Neves estava em 3° nas pesquisas e, de repente, o superjato biturbinado Cessna cai, matando Eduardo Campos. Surpreendentemente, a vice da chapa, Marina da Silva, passa a apoiar Aécio que vai ao 2° turno.

2014 – Dilma Rousseff é reeleita e Aécio faz discurso inflamando o país ao dizer que iriam paralisar o governo Dilma.

2015 – Temer viaja aos EUA no final do ano para combinar o golpe.

2015 – José Serra (PSDB) entra com o PL-131/2015 pra tirar o pré-sal da Petrobras e do Brasil, fazendo a abertura que Biden havia tentado em 2013.

2015 – Dilma Rousseff não aceita aliança com o centrão para se proteger do impeachment e para barrar as investigações contra Eduardo Cunha.

2016 – Vazam as gravações reveladoras da trama do golpe entre Jucá, Calheiros e Sarney (MDB) e Sérgio Machado (PSDB), onde falaram a famosa frase: “Vamos tirar a Dilma e colocar o Michel para estancar a sangria, num grande acordo, com o Supremo, com tudo e combinado com a imprensa” .

2016 – Dilma Rousseff é afastada sob o falso argumento de “pedalada fiscal” e dois anos depois foi absolvida por falta de elementos legais.

2016 – Na sessão do impeachment de Dilma, vários deputados golpistas corruptos exaltam suas famílias e Deus, e Bolsonaro faz menção ao torturador carniceiro da ditadura Brilhante Ustra.

2016 – O golpista Temer assume o governo e o PL de abertura do pré-sal aos estrangeiros é logo aprovado com relatoria de Jucá.

2016 – Temer nomeia o tucano Pedro Parente na Petrobras (processado no STF por corrupção no governo FHC).

2017 – A Petrobras começa a paralisar refinarias e passar exportar o óleo cru.

2017 – Temer (com MDB, PSDB, DEM, PP, etc.) aprova a MP do Trilhão, isentando as petrolíferas estrangeiras em R$ 1 trilhão de impostos ao Brasil.

2017 – Michel Temer entrega 2 dos 3 maiores poços de petróleo aos EUA. Shell e Esso assumem a exploração e o refino de petróleo.

2017 – Os preços dos combustíveis disparam subindo 212 vezes em 2 anos.

2017 – Temer aprova a maldita Reforma Trabalhista, retirando uma centena de direito dos trabalhadores.

2018 – Sérgio Moro condena Lula “sem provas” sob o argumento de objeto indeterminado, ou seja, sem provas. Lula não pode concorrer às eleições.

2018 – A chapa Bolsonaro/Mourão faz a maior campanha eleitoral de fakenews, espalhando milhares de mentiras pelas redes sociais na internet e o TSE aprova essa enorme corrupção Eleitoral.

2019 – Sérgio Moro é nomeado ministro da Justiça.

2019 – O Governo passa a liberar mais agrotóxicos importados e já passam de 800 novos.

2019 – Governo aprova a maldita Reforma da Previdência, condenando os brasileiros a trabalharem até a morte (ficam de fora: juízes, militares e políticos).

2019 – Todas as reservas subterrâneas de água doce do Brasil são entregues à Coca-Cola, americana.

O Brasil cai de 6ª economia para 14ª.

O papel dos Brics é enfraquecido.

A Lava Jato de Dallagnoll, Moro e CIA-EUA paralisam as grandes empreiteiras brasileiras que ganhavam concorrência de obras no exterior.

O desemprego explode.

O Brasil perde os estaleiros de construção de navios petroleiros.

Nosso projeto do inédito submarino nuclear é fechado.

O Governo vende distribuição de gás.

O Governo tenta entregar a Embraer, 2ª maior do mundo em jatos comerciais, à Boeing dos EUA.

O Governo planeja entregar Eletrobras, Correios, BB, Serpro, Datasus, Dataprev, CeasaMinas, Ceagesp, etc.

As demais áreas do pré-sal seguem sendo entregues aos EUA.

Voltamos a ser quintal dos EUA.

2021 – Moro confirma ser político e vai disputar a eleição de 2022.

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