Contrato de R$ 129 milhões da esposa do ministro “não existe“, afirma Eduardo Guimarães sobre documento “sem assinaturas“; narrativas lembram métodos da Lava-Jato contra o ministro do STF – SAIBA MAIS
Brasília (DF) · Domingo, 28 de dezembro 2025
Em uma análise detalhada publicada neste domingo (28/dez) por Eduardo Guimarães, novos fatos trazem um balde de água fria sobre a polêmica que envolve o suposto contrato milionário entre o escritório de Viviane Barci de Moraes, esposa do ministro Alexandre de Moraes, e o Banco Master.
Segundo o jornalista, em seu canal Blog da Cidadania, após investigação exaustiva, constatou-se que a crise é fundamentada em uma “ficção factual”.
O ponto central da denúncia, amplificada pelas jornalistas Malu Gaspar e Mônica Bérgamo, sustenta que o escritório de Viviane Barci de Moraes teria firmado um acordo de R$ 129 milhões, oriundos de pagamentos mensais de R$ 3,6 milhões.
No entanto, Guimarães afirma categoricamente que o documento é, na verdade, um rascunho sem validade jurídica:
“Toda essa celeuma sobre o contrato de 129 milhões de reais entre o Banco Master e o escritório de advocacia do qual a esposa do ministro Alexandre Moraes é sócia… é produto de ficção porque não existe factualmente contrato algum de 129 milhões de reais”.
De acordo com as fontes citadas, o que foi encontrado pela Polícia Federal no celular de Daniel Vorcaro, controlador do Banco Master, durante a Operação Comance Zero, seria apenas uma proposta ou rascunho digital, sem qualquer assinatura ou efetivação.
“Não há contrato, escritura pública, instrumento jurídico original ou cópia autenticada com assinaturas reconhecidas”.
A narrativa de que o ministro Alexandre de Moraes teria pressionado o Banco Central para favorecer o Banco Master também foi contestada.
O atual presidente da instituição, Gabriel Galípolo, classificou como “leviana” qualquer afirmação nesse sentido.
Em reuniões documentadas, o tema tratado entre Moraes e Galípolo foi a Lei Magnitsky, aplicada pelos Estados Unidos, e não interesses privados do banco.
O diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, também rebateu as informações de que o ministro teria pedido blindagem para a instituição financeira, chamando a afirmação de “mentira”.
Para dar clareza ao leitor, Guimarães explica que a única relação profissional comprovada entre o escritório de Viviane Barci de Moraes e os interesses de Daniel Vorcaro ocorreu em 2024, em um caso isolado envolvendo a empresa Gafiza.
Desde então, não houve qualquer outra prestação de serviço ou contrato firmado em órgãos públicos como Receita Federal, CADE ou Banco Central.
Outro tópico abordado foi a tentativa de vincular uma decisão do STF de agosto de 2023 a um suposto benefício pessoal de Moraes. Na ocasião, a corte, por 7 votos a 4, derrubou a regra que impedia juízes de julgar casos de clientes de escritórios de seus parentes.
O jornalista destaca que essa foi uma decisão coletiva, liderada pelo voto divergente de Gilmar Mendes, e que contou com o apoio de ministros como Cristiano Zanin, Luiz Fux, Dias Toffoli, Nunes Marques e André Mendonça.
Tentar colocar essa mudança apenas “nas costas” de Moraes é, segundo Eduardo Guimarães, “mau jornalismo“.
Método “Lava-Jato” e Interesses Políticos
Fernando Guimarães traça um paralelo entre este caso e os métodos utilizados pela operação Lava-Jato contra o presidente Lula, onde condenações e narrativas eram construídas sobre suposições de atos futuros ou “provas” inexistentes.
O objetivo atual, conforme apurado pelo Blog da Cidadania, seria a instrumentalização dessa farsa pelo bolsonarismo para forçar a criação de uma CPI ou CPMI no Congresso durante o recesso, visando constranger o STF e barganhar uma anistia para os condenados pelos atos golpistas.
“O Supremo Tribunal Federal, ciente dessa fragilidade probatória, opta pelo silêncio institucional… e prepara uma resposta muito dura”.
Assim, segundo Eduardo Guimarães, a ausência de evidências — sem assinaturas, sem registros em balanços do Banco Master e sem comprovação de repasses — torna os R$ 129 milhões uma cifra meramente especulativa.
No direito brasileiro, o ônus da prova cabe a quem acusa, e, até o momento, a montanha de alegações não apresentou um único documento assinado.
Em uma analogia para a compreensão do leitor, é como se se alguém encontrasse no seu celular um rascunho de uma mensagem onde você cogita comprar uma mansão de 10 milhões de reais. Se você nunca enviou a mensagem, nunca assinou o contrato e não tem o dinheiro, essa mansão não é sua, e a venda nunca existiu.
Eduardo Guimarães quis dizer que é exatamente esse “rascunho de intenções” que está sendo tratado como um fato consumado pela imprensa tradicional no caso do Banco Master.
Assista no canal do jornalista

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Tá na cara que tinha maracutaia para derrubar a imagem de nosso brilhante e corajoso ministro Moraes !! Só não vê quem não quer ou está envolvido na podridão direitista!!
E dona Malu posa na globosta como fidedigna!! Engana a quem? Vadia???
Essas pessoas são antes de tudo contra o Brasil. Quando a luta contra crimes institucionais e corrupção engrena, vem essas jornalistas irresponsáveis, e tentam denegrir o nome de pessoas sérias, que trabalham muito pro bem do país. Que vergonha….😠
A globo já derrubou presidente de clube de futebol, já derrubou presidente da República, cassou a Dilma, prendeu o Lula, com Moraes é diferente, mentiroso não se criam, já foram avisados
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