“Agradeço às entidades públicas e privadas que são nossas parceiras, a exemplo da Febraban e da Anatel. E de todos que estão ajudando a aprimorar o projeto“, disse o ministro
O ainda ministro da Justiça e Segurança Pública, Flávio Dino, foi ao seu perfil no microblog ‘X’, na noite desta sexta-feira (20/1), compartilhar uma notícia do Jornal Nacional, da rede de TV ‘Globo‘, informando que “mais de 1,2 milhão de brasileiros baixaram o aplicativo Celular Seguro em um mês“.
Para o futuro magistrado do STF (Supremo Tribunal Federal), merecem os créditos deste trabalho, que chamou de “bela ação“, nomes “da nossa equipe no Ministério da Justiça, neste caso sob coordenação do Secretário Executivo Ricardo Cappelli“.
Dino agradeceu “às entidades públicas e privadas que são nossas parceiras, a exemplo da Febraban e da Anatel. E de todos que estão ajudando a aprimorar o projeto“.
Veja abaixo e leia mais a seguir:
Segundo o JN, em um mês de funcionamento, mais de 1,2 milhão de brasileiros baixaram o aplicativo que bloqueia celular roubado, após o aumento dos crimes, especialmente em São Paulo, onde, de janeiro a novembro do ano passado, quase 500 aparelhos foram levados, em média, por dia.
O governo federal lançou aplicativo Celular Seguro há um mês, para tentar aumentar a proteção para as pessoas, pois como virou ferramenta para quase tudo, muita gente carrega o celular na mão.
Já foram mais de 12 mil pedidos de bloqueio; a maioria por roubo ou furto. São Paulo está na frente nos registros de bloqueio, seguido por Rio de Janeiro, Bahia e Pernambuco.
Para se cadastrar, é preciso baixar o aplicativo ou entrar site, e usar a mesma senha do gov.br. Informar os dados pessoais, o número do telefone e a operadora. Também dá para registrar o aparelho e incluir um contato de confiança: uma pessoa que também poderá pedir o bloqueio caso necessário.
A ideia é conseguir, com um botão só, evitar que o dono do telefone tenha ainda mais prejuízo depois do roubo. Hoje, quando o usuário dá o alerta, por computador ou celular, o aplicativo avisa os bancos cadastrados. A maioria diz que bloqueia o acesso em até 10 minutos.
A Anatel também é avisada e informa as operadoras de telefone para bloquear o imei, o número de registro do aparelho e assim ele para de funcionar. Segundo o Ministério da Justiça, até o início de fevereiro, as operadoras de telefonia vão também poder bloquear as linhas.
“Muitas vezes, a própria recuperação de senha dos apps vem por um SMS ou vem pela própria linha. Então, é importante também que seja feito esse bloqueio da linha“, explica Ney Rêgo Barros Junior, subsecretário de tecnologia do Ministério da Justiça.
O Ministério da Justiça estuda fazer parcerias com aplicativos de transporte e de compras, e dá um conselho para quem se cadastrar: não existe bloqueio temporário.
“Se alguém resolver testar, ele vai ver que vai funcionar e ele vai ter que ir às instituições bancárias, às operadoras de telefonia, para fazer os desbloqueios e fazer a regularização da situação. Porque se a pessoa está fazendo uma comunicação, a gente está entendendo que aconteceu alguma coisa. Então é: não testa, porque funciona“, afirma o subsecretário.
