Indicadores sinalizam recuperação robusta sob LULA3, desde o controle de preços até recordes no mercado laboral, impulsionando qualidade de vida em meio a desafios globais – LEIA E COMEMORE TAMBÉM
2026 aponta para um cenário econômico otimista para o Brasil, a partir do que foi 2025, com inflação controlada, taxa de juros em queda e geração recorde de empregos. Uuma combinação de fatores – como a continuidade de reformas, aumento do investimento privado e um cenário externo favorável – poderia criar um ciclo virtuoso de crescimento, aumento da renda e confiança do consumidor. É a “virada” na economia, após anos de instabilidade. As projeções dependem da manutenção da disciplina fiscal e de políticas adequadas.
Brasília (DF) · 09 de janeiro de 2026
O Brasil encerrou 2025 com indicadores que delineiam uma trajetória de estabilização e expansão, conforme revelam dados oficiais do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
A inflação oficial, mensurada pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), registrou alta de apenas 4,26% no acumulado do ano, posicionando-se confortavelmente dentro do intervalo da meta estabelecida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN) – centrada em 3% com tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo.
Esse resultado representa uma desaceleração de 0,57 ponto percentual em relação aos 4,83% observados em 2024, marcando o menor avanço anual desde 2018 e sinalizando uma contenção efetiva de pressões inflacionárias.
Particularmente notável foi o comportamento dos preços no segmento de alimentação e bebidas, que exerce impacto desproporcional sobre o orçamento das famílias de menor renda.
Em 2025, esse grupo acumulou variação de 2,95%, substancialmente inferior aos 7,69% verificados no ano anterior – uma redução superior à metade, que aliviou o custo de itens essenciais como arroz, feijão e proteínas.
De acordo com análise exclusiva da CNN Brasil, essa moderação decorre de fatores como safra agrícola favorável e políticas de estímulo ao consumo interno, embora desafios climáticos persistam em regiões produtoras.
“Tão importante quanto fechar dentro da meta é a inflação baixa para o item que mais importa: alimentos, 2,9%. Menos da metade de 2024. Mais comida na mesa dos brasileiros, que tiveram aumento real do salário mínimo”, destacou a ministra do Planejamento e Orçamento, Simone Tebet, em declaração pública no X (antigo Twitter), enfatizando o elo entre controle de preços e bem-estar social.
Paralelamente, o mercado de trabalho exibiu vigor inédito, com a taxa de desocupação despencando para 5,2% no trimestre móvel encerrado em novembro – o patamar mais baixo desde o início da série histórica da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua), iniciada em 2012.
Esse índice reflete uma redução de 14,9% no número de desocupados em comparação ao mesmo período de 2024, totalizando cerca de 5,6 milhões de indivíduos em busca de colocação.
O contingente de ocupados, por sua vez, escalou para 103 milhões, configurando outro recorde e evidenciando uma expansão sustentada da força produtiva.
Essa dinamismo laboral se reflete também no rendimento médio real habitual, que atingiu R$ 3.574 – o valor mais elevado já registrado, com incremento de 1,8% no trimestre e 4,5% na base anual.
A massa de rendimento real, soma de todos os ganhos da população ocupada, alcançou patamares sucessivos de recorde, chegando a R$ 357 bilhões em outubro, conforme o IBGE.
Fatores como o avanço de 5,4% nos salários em setores como informação, comunicação e atividades financeiras contribuíram para essa elevação, aliada à redução da informalidade para 37,7% da força de trabalho.
“Terminando 2025 com a melhor de todas as notícias: mercado de trabalho segue batendo novos recordes! Dados do IBGE de setembro a novembro com desemprego na menor taxa histórica, 5,2%, e rendimento real médio no seu maior valor, R$ 3.574!”, proclamou Tebet em postagem datada de 30/dez, sublinhando o círculo virtuoso entre emprego, renda e consumo.
Apesar desses avanços, analistas ponderam que o cenário não é isento de tensões. A rotatividade laboral intensificou-se, com 9 milhões de demissões voluntárias em 2025, impulsionadas pela confiança em recolocação rápida, mas também por buscas por melhores condições.
Ademais, mais de 60% das empresas reportaram escassez de mão de obra qualificada, segundo levantamento do Click Petróleo e Gás, o que pode pressionar salários e investimentos em capacitação.
No front inflacionário, embora o IPCA tenha cumprido a meta pela primeira vez desde 2023, projeções para 2026 apontam para uma inflação de alimentos em torno de 2,05%, conforme a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), demandando vigilância contínua.
Esses dados, ancorados em metodologias rigorosas do IBGE, ilustram uma convergência de políticas fiscais e monetárias que fomentam resiliência. Como observou a InfoMoney em análise exclusiva, o pleno emprego com juros elevados – Selic em 15% ao fim de 2025 – sugere um equilíbrio delicado, mas promissor para a consolidação de ganhos sociais.
Em síntese, 2025 emerge como um marco de inflexão, onde a contenção de preços e a pujança laboral pavimentam o caminho para uma prosperidade mais inclusiva, desafiando narrativas de estagnação e reforçando a capacidade de recuperação do país.

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