Lula chega ao Palácio do Eliseu e é recepcionado pelo presidente da França, Emmanuel Macron. A Veja e o UOL noticiaram em tempo real | Imagem reprodução
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PROGRESSISTAS POR UM BRASIL SOBERANO
Ex-presidente na Europa é a sensação dos grandes líderes de países, mas maioria das mídias brasileiras omite o assunto e não cumpre o juramento do jornalista: “Prometo, no exercício da profissão de jornalista, assumir meu compromisso com a verdade e com a informação (…)” – ASSISTA
Enquanto jornalões pertencentes ao PIG [Partido da Imprensa Golpista – expressão conhecida no mundo progressista, criada pelo jornalista Paulo Henrique Amorim] omitem a presença de LULA na Europa, bem como o que isso tem representado para o mundo, o ex-presidente segue como a sensação dos grandes líderes de países do bloco.
A maioria das mídias brasileiras deixa de cumprir o juramento do jornalista, que diz: “Prometo, no exercício da profissão de jornalista, assumir meu compromisso com a verdade e com a informação“.
LULA foi recebido por ninguém menos do que Emmanuel Macron, na manhã desta quarta-feira (17), no Palácio do Eliseu, sua residência oficial, como um chefe de Estado, como se o ex-presidente ainda representasse oficialmente o Brasil, e não apenas moralmente.
O jornal O Globo, após mais de quatro horas que a imprensa internacional e algumas nacionais publicou sobre o assunto, acabou tendo que ‘revelar’ que LULA está impossível na Europa.
Assista abaixo e leia mais a seguir:

Lula escreveu, em um tuíte, que “a urgência climática e questões globais como a fome e a pobreza” estavam na pauta do encontro com o líder francês.
“Também conversamos sobre o futuro da União Europeia e a integração da América Latina“, informou o ex-presidente.
“Acredito que os líderes mundiais precisam sentar à mesa para dialogar e enfrentar esses desafios com uma governança global“, prosseguiu LULA.
“Dividimos preocupações como o avanço da extrema direita pelo mundo e as ameaças à democracia e aos direitos humanos“, pontuou o ex-presidente, agradecendo “pela cordial recepção“, de Emmanuel Macron.
