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Mais de 110 mil pessoas participam de protesto contra Starmer, em Londres (vídeos)

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    O Big Ben
    O Big Ben ao fundo e a Ponte de Westminster lotada de manifestantes sobre o Rio Tâmisa, na região do Parlamento, County Hall e London Eye |13.9.2025| Imagem reprodução/redes sociais


    Manifestação massiva questiona políticas públicas e mobiliza multidões em defesa de valores nacionais



    Londres, 13 de setembro de 2025

    Milhares de britânicos participaram da ação Unir o Reino, organizada pelo ativista Tommy Robinson, que reuniu estimativas variando de 40 mil a mais de 100 mil pessoas nas ruas de Londres neste sábado, 13 de setembro.

    Os manifestantes, muitos carregando bandeiras da Union Jack e cartazes com mensagens como “envie-os de volta”, marcharam em direção a edifícios governamentais, expressando insatisfação com as abordagens do governo trabalhista.

    O evento também serviu como tributo ao ativista conservador americano Charlie Kirk, assassinado recentemente, destacando laços transatlânticos na luta por ideais compartilhados.

    Os participantes entoaram slogans veementes contra o primeiro-ministro Keir Starmer, focalizando críticas à estratégia de imigração, que registrou recorde de 111.084 pedidos de asilo no ano até junho, e às limitações impostas à liberdade de expressão, incluindo prisões por postagens em redes sociais e o uso de leis de segurança online.

    Palestrantes internacionais como Jordan Peterson e Steve Bannon reforçaram o discurso, enfatizando a necessidade de soberania nacional e o fim da “censura seletiva”.

    A marcha ocorreu de forma pacífica, com famílias e crianças presentes, contrastando com confrontos em protestos anteriores contra hotéis de asilados.

    Contramanifestantes do grupo Stand Up to Racism se posicionaram em áreas adjacentes, levando a intervenções policiais para separar os grupos e evitar escaramuças, como as vistas em Bristol e Liverpool no fim de semana anterior.

    Autoridades relataram poucas prisões, mas o governo enfrenta pressão crescente, com pesquisas indicando que 71% dos eleitores avaliam mal o manejo da crise de hotéis para migrantes.

    O Human Rights Watch criticou as medidas anti-protesto herdadas do governo anterior, alertando para o risco de erosão democrática sob o atual mandato.



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