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Outra ação no TSE contra Carnaval de Lula será relatada por indicada do homenageado na Acadêmicos de Niterói

    Partido Novo pede que o desfile seja barrado por propaganda antecipada, além da aplicação de multa milionária – Entenda

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    O Presidente
    O Presidente Lula com a bandeira da Acadêmicos de Niterói / Imagem reprodução/Instagram/@academicosdeniteroi | A ministra do TSE, Estela Aranha, nomeada por Lula em 2025 / Foto: Tom Costa MJSP
    RESUMO
    URBS MAGNA - Progressistas por um BRASIL SOBERANO


    Brasília (DF) · 11 de fevereiro de 2026

    A ministra Estela Aranha, recentemente indicada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), foi designada relatora de representações que questionam o samba-enredo da escola de samba Acadêmicos de Niterói como suposta propaganda eleitoral antecipada.

    Nesta quarta-feira (11/fev), a Justiça Federal rejeitou outras ações de Damares Alves e Kim Kataguiri.

    O enredo, intitulado “Do alto do mulungu surge a esperança: Lula, o operário do Brasil”, retrata a trajetória do chefe do Executivo, gerando controvérsias sobre o uso de recursos públicos e elementos de campanha em um evento de massa.

    A ação principal foi protocolada pelo Partido Novo na terça-feira (10/fev), direcionada contra Lula, o Partido dos Trabalhadores (PT) e a agremiação de Niterói.

    De acordo com a petição, o desfile “extrapola os limites de uma homenagem cultural e se configura como peça de propaganda eleitoral extemporânea”, ao incorporar trechos reminiscentes de jingles petistas e menções ao número do partido, o que poderia implicar pedido implícito de votos.

    O partido solicita a proibição da apresentação na Marquês de Sapucaí e a aplicação de multa de R$ 9,65 milhões, valor estimado do impacto econômico do evento.

    Como destacado pelo g1, a representação enfatiza que o presidente de honra da escola, Anderson Pipico, é vereador pelo PT em Niterói, o que “afasta qualquer alegação de neutralidade artística”.

    O processo foi redistribuído para Estela Aranha por prevenção, após sorteio inicial para o ministro André Mendonça.

    Especialistas ponderam que o caso testa os limites entre expressão artística e abuso eleitoral, especialmente com a participação da Primeira-Dama do Brasil e socióloga Rosângela Lula Silva (PT) em ensaios, revelada em encontro público com Lula em setembro de 2025.

    A VEJA relata que o ministro Mendonça poderia ter mantido a relatoria, mas a conexão com outra ação levou à redesignação, ampliando o debate sobre imparcialidade no tribunal.

    Outras oposições, como as do senador Bruno Bonetti (PL-RJ) e do deputado Anderson Moraes (PL-RJ), ingressaram com ação popular na Justiça Federal na segunda-feira (9/fev), alegando desvio de finalidade em subvenções estatais.

    Contudo, o foco permanece no TSE, onde a decisão de Aranha pode reverberar nas eleições vindouras, equilibrando liberdade cultural com rigor eleitoral.

    Retrato de Alexandr Wang discutindo o futuro da colaboração homem-IA, capturado por Ethan Pines para Forbes.



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