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O fracasso iminente de Trump na guerra contra o Irã e o alto preço nas urnas em 2026, segundo jornal

    Após ataques aéreos liderados pelos EUA e Israel matarem líder supremo iraniano, as retaliações e temores de escalada econômica mundial abala mercados e alianças internacionais

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    Montagem com Benjamin
    Montagem com Benjamin Netanyahu, Ali Khamenei e Donald Trump ilustrando o confronto EUA-Israel contra Irã. Foto por agência AFP/Getty Images, publicada no jornal Asharq Al-Awsat
    RESUMO
    URBS MAGNA - Progressistas por um BRASIL SOBERANO


    Brasília (DF) · 02 de março de 2026

    Um artigo de Ronald Brownstein na Bloomberg, publicado em domingo (1/mar), aborda a série de ataques aéreos coordenados pelos Estados Unidos e Israel contra o Irã, no sábado (28/fev), que resultou na morte do líder supremo Ali Khamenei, confirmada por autoridades do país persa horas depois.

    O texto descreve o movimento como um “grande problema para o segundo mandato de Trump“, argumentando que o presidente iniciou o conflito com baixo apoio popular.

    Brownstein destaca que muitos eleitores que apoiaram Trump em 2024 agora veem a ação como uma falha em cumprir promessas de evitar novas guerras, potencialmente custando caro nas eleições intermediárias de novembro de 2026.

    O analista nota a transição de Trump de rotular o regime iraniano como uma “falha” para abraçar abertamente a mudança de regime como objetivo.

    Posição Oficial dos Estados Unidos
    O presidente Donald Trump anunciou os ataques via Truth Social, afirmando que o objetivo era “eliminar ameaças iminentes do regime iraniano” e destruir seu programa nuclear, que a Casa Branca alega ter sido “totalmente obliterado” em ações anteriores em junho de 2025.

    Segundo oThe New York Times deste domingo (1/mar), Trump previu que os bombardeios continuariam por “quatro ou cinco semanas” se necessário, mas evitou delinear um plano claro para transferência de poder no Irã.

    Ele expressou condolências por três soldados americanos mortos em uma base no Kuwait e alertou para mais baixas, dizendo: “Infelizmente, provavelmente haverá mais antes que termine. É assim que as coisas são.

    A agência de notícias Reuters relata que assessores como Pete Hegseth advertiram internamente sobre o colapso de interesses americanos, incluindo o dólar, com perdas globais estimadas em 24 trilhões de dólares em caso de prolongamento.

    Expectativas e Resposta do Irã
    O Irã retaliou imediatamente com pelo menos 370 mísseis e 830 drones contra Israel e estados do Golfo Pérsico, conforme dados do The New York Times. Autoridades iranianas, incluindo Ali Larijani, declararam no domingo (1/mar) via redes sociais que não negociariam com os EUA, fechando o Estreito de Hormuz para navegação internacional.

    Analistas do Stimson Center indicam que o Irã espera um agravamento, mas não o fim do conflito, apostando em desgaste assimétrico para impor custos elevados aos EUA, apesar da superioridade militar americana.

    “Enquanto não pode igualar a superioridade militar dos EUA, o Irã pode impor custos significativos e tentar empantanar os EUA na região“, afirmam especialistas como Dalia Dassa Kaye e Esfandyar Batmanghelidj em nota no Yahoo Finance.

    Visões de Analistas Internacionais
    Especialistas globais preveem um conflito prolongado, com limites ao poder aéreo americano. No Substack de Mick Ryan, o analista militar australiano adverte que intervenções curtas frequentemente se tornam guerras longas, citando Iraque e Afeganistão como precedentes.

    Economistas da The Washington Post projetam alta nos preços do petróleo para até 150 dólares o barril se o conflito persistir, impactando a inflação global.

    “A combinação de severidade e longevidade esperada é chave“, nota a Morningstar, destacando o Estreito de Hormuz como variável crítica.

    Analistas do Christian Science Monitor veem a estratégia de Trump como uma tentativa inédita de “terceirizar a mudança de regime” via bombardeios, mas alertam para o risco de hubris americana.

    Repercussões Globais e Econômicas
    A escalada abalou mercados mundiais, com o Nikkei 225 caindo mais de 2% nesta segunda-feira (2/mar), conforme o The Washington Post.

    Na ONU, China e Rússia condenaram os ataques como violação do direito internacional durante sessão de emergência no sábado (28/fev), enquanto o secretário-geral António Guterres criticou a “escalada militar no Oriente Médio“.

    A CNBC relata que investidores preparam trades de risco, com ouro em alta e ações em queda. Países como Coreia do Sul e Índia expressam preocupações com suprimentos de energia, enquanto até enciclopédias online notam temores de proliferação nuclear se a diplomacia falhar.

    O conflito impulsiona ações de defesa, com o ETF de aeroespacial subindo 14% no ano, conforme mostra a TradingKey.

    Impacto Eleitoral e Desafios para Trump
    Com as eleições intermediárias se aproximando, o conflito se torna tóxico para Trump. Postagens no X (antigo Twitter), como de Daniel McAdams, preveem um “aumento massivo da dívida” e o “fim do dólar como o conhecemos”, mergulhando os EUA em pobreza.

    A Bloomberg relata que jovens eleitores, chave para a vitória de 2024, abandonam Trump por falhas em promessas econômicas e agora esta guerra.

    Analistas como Shane Oliver da AMP Ltd. atribuem 60% de probabilidade a uma guerra limitada, mas alertam para danos irreversíveis se prolongada.

    Fontes como a Reuters relatam continuidade dos bombardeios israelenses, com preços do petróleo subindo 5-10 dólares.

    Retrato de Alexandr Wang discutindo o futuro da colaboração homem-IA, capturado por Ethan Pines para Forbes.



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