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Mais de 100 mil em Sidney exigem reconhecimento da Palestina e fim de laços da Austrália com Israel (vídeo)

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    Centenas de
    Centenas de milhares de australianos foram à ruas em 3.8.2025 e percorreram a icônica Ponte Harbour, em Sidney, para exigir de seu país o reconhecimento de um Estado Palestino e o fim das relações diplomáticas com Israel / Imagem reprodução/N18G


    Manifestação massiva na Ponte Harbour clama por justiça e denuncia crise humanitária em Gaza, marcando um dos maiores atos da história australiana – ASSISTA e SAIBA MAIS



    Sidney, Austrália, 03 de agosto de 2025

    Neste domingo (3/ago), a cidade de Sydney, na Austrália, foi palco de uma manifestação histórica que reuniu mais de 100 mil pessoas na icônica Ponte Harbour.

    Organizado pelo Palestine Action Group, o protesto exigiu o reconhecimento oficial do Estado da Palestina e a suspensão das relações diplomáticas e comerciais da Austrália com Israel, acusado de práticas de apartheid e crimes de guerra.

    A marcha, que começou às 13h (horário local) no Lang Park, no centro da cidade, fechou a ponte por mais de uma hora, apesar da chuva, demonstrando a força da solidariedade global com a causa palestina.

    Os manifestantes, portando bandeiras palestinas e cartazes, denunciaram a crise humanitária em Gaza, destacando imagens de crianças em estado grave de desnutrição devido ao bloqueio de suprimentos.

    Segundo os organizadores, os ataques de Israel à infraestrutura civil configuram uma tentativa sistemática de extermínio, enquadrada como genocídio pelo Direito Internacional.

    A marcha foi pacífica, sem registros de confrontos, embora a Polícia de New South Wales (NSW) tenha interrompido o ato por questões de segurança.

    A mobilização reflete a crescente pressão internacional para que países como a Austrália revisem sua postura em relação ao conflito.

    A manifestação ecoa recentes movimentos diplomáticos globais. Países como França, Reino Unido, Canadá e Portugal anunciaram intenção de reconhecer o Estado da Palestina na 80ª Assembleia Geral da ONU, em setembro, caso Israel não adote medidas como cessar-fogo e entrada de ajuda humanitária em Gaza.

    A Austrália, embora tenha expressado apoio à solução de dois Estados, mantém cautela, evitando acusações diretas a Israel e condenando apenas ataques a civis.

    A pressão popular, porém, cresce, com vozes como a da jornalista Mary Kostakidis destacando a magnitude do protesto nas redes sociais, conforme mostrou o Opera Mundi.

    O protesto em Sydney marca a história da cidade e reforça o chamado global por justiça.

    Os manifestantes exigem que o governo australiano, liderado pelo primeiro-ministro Anthony Albanese, siga o exemplo de nações que avançam no reconhecimento da Palestina e adote sanções contra Israel.

    A interrupção do evento na Ponte Harbour, embora preventiva, não diminuiu o impacto da mensagem: a luta por um Estado palestino independente e pelo fim das políticas de apartheid ganha força, unindo vozes em Sydney e além.



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