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Lula é “o maior presidente que o Brasil já teve” e Bolsonaro o maior “fascista”, diz Simone Tebet (vídeo)

    De adversária em 2022 a aliada, ministra revela plano de subir no palanque do estadista em 2026 – ASSISTA

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    SIMONE TEBET
    SIMONE TEBET discursa em evento do Grupo Prerrogativas, em São Paulo 12.1.2026 – Imagem reprodução Poder360 via @PedroRonchi2/X
    RESUMO

    A ministra Simone Tebet anunciou apoio à reeleição de Lula em 2026 durante evento do Grupo Prerrogativas em São Paulo, no dia 12/dez. Ex-adversária, elogiou o projeto político do presidente, chamando-o de maior da história. Lula discute candidatura dela ao governo de SP, apesar de resistências no MDB. Pesquisas apontam Tebet à frente para Senado em SP. Aliança fortalece base governista contra extrema-direita.


    Brasília (DF) · 13 de janeiro de 2026

    A ministra do Planejamento e Orçamento, Simone Tebet (MDB), anunciou publicamente seu compromisso de apoiar a reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nas eleições de 2026.

    A declaração, feita durante um jantar promovido pelo Grupo Prerrogativas em São Paulo, na segunda-feira (12/dez), destaca a transição de rivalidade para parceria e o potencial impacto nas disputas eleitorais no maior colégio eleitoral do país.

    A ministra Tebet, que disputou a Presidência em 2022 e terminou em terceiro lugar com 4,2% dos votos válidos, lembrou sua trajetória inicial como opositora ao governo Lula.

    No entanto, ao aceitar o convite para integrar o ministério, ela enfatizou a construção de uma frente ampla contra o que classificou como regime fascista e negacionista do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). “Vim pro projeto do presidente Lula no passado porque era contra o regime fascista do negacionismo do então presidente Bolsonaro”, afirmou Tebet, conforme registrado em vídeo do evento.

    No discurso, proferido na Casa Natura Musical, no bairro de Pinheiros, a ministra dedicou a homenagem recebida às mulheres brasileiras, reconhecendo o papel de figuras masculinas sensíveis à diversidade em uma democracia plena.

    Ela agradeceu especificamente ao seu pai, ao presidente Lula, ao vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB) e ao ministro da Fazenda, Fernando Haddad (PT), por proporcionarem suporte em sua atuação no governo.

    Ao presidente Lula que reconheceu era importante ter uma frente ampla, alguém que chegou no terceiro lugar nas pesquisas e insistiu para assumir esse ministério”, destacou.

    O ponto alto da fala veio ao afirmar seu posicionamento futuro: “Hoje estou no governo, estarei no palanque em 2026 do presidente Lula por causa da política econômica e das políticas sociais deste que é o maior Presidente que o Brasil já teve”, declarou Tebet, elogiando o legado de Lula como o melhor da história brasileira.

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    A afirmação reforça a coesão da base governista e sinaliza uma estratégia para 2026, onde Lula aparece como favorito em pesquisas como a da Genial/Quaest, citada pelo Financial Times.

    O presidente Lula planeja discutir com Tebet uma possível candidatura ao governo de São Paulo, enfrentando resistências internas no MDB, que prefere apoiá-la para o Senado em Mato Grosso do Sul e sinaliza aliança com o atual governador Tarcísio de Freitas (Republicanos).

    Uma definição é esperada para março, após conversas com Haddad, que resiste a concorrer ao Palácio dos Bandeirantes e prefere coordenar a campanha presidencial.

    Pesquisas da AtlasIntel posicionam Tebet à frente nas intenções de voto para o Senado em São Paulo, o que poderia fortalecer o palanque petista no estado.

    O evento do Grupo Prerrogativas, composto por profissionais do Direito alinhados à esquerda e com pelo menos 28 membros em cargos no governo Lula, contou com apresentações culturais, incluindo shows de Xande de Pilares e da ministra da Cultura Margareth Menezes, além do lançamento do livro “Nunca Mais”, de Camilo Vannuchi, sobre crimes da ditadura militar.

    A presença de Lula, que observou o discurso de cima, gerou aplausos efusivos, sublinhando o clima de adulação ao presidente.

    Essa virada de Tebet ilustra a habilidade de Lula em forjar coalizões amplas, transformando adversários em aliados chave.

    Com a economia em recuperação e políticas sociais em foco, o anúncio consolida a frente progressista e pressiona opositores, como o bloco de centro-direita, a redefinirem estratégias para 2026.

    Analistas apontam que essa aliança pode ser pivotal para conter avanços da extrema-direita em estados chave, promovendo uma governabilidade mais inclusiva.

    O compromisso de Tebet injeta dinamismo no xadrez político, com implicações que vão além de 2026, moldando o futuro da democracia brasileira.

    Retrato de Alexandr Wang discutindo o futuro da colaboração homem-IA, capturado por Ethan Pines para Forbes.



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