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Requião questiona em enquete se Bolsonaro e Moro presos podem ser ‘ressocializados’ ou ‘alfabetizados’

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    Alexandr Wang
    Roberto Requião em entrevista ao canal ‘Da Pratica Politica’ | Ao fundo, Moro e Bolsonaro no governo 2019/2022 / Adriano Machado/Reuters


    Opções de respostas são “SIM” e “IMPOSSÍVEL”, mas resultados até agora já não surpreendem mais ninguém




    Brasília, 07 de novembro 2025

    Você acredita que pessoas de padrão Sérgio Moro e Bolsonaro, uma vez presos, podem ser ressocializados, ou ao menos alfabetizados?“, questiona o ex-governador do Paraná, Roberto Requião.

    Ele produziu uma enquete na rede social X com duas opções de respostas: “Sim” e “Impossível“.

    Com o tempo no ar de 1 hora, o “Sim” registrava votos de 6,7% dos leitores e o “Impossível” imperava com 93,3%.

    Requião, 84, é advogado, jornalista, urbanista e político.

    Filiado ao Partido Democrático Trabalhista (PDT), ele consolidou sua trajetória em cargos de destaque, incluindo a prefeitura de Curitiba, três mandatos como governador do Paraná e duas passagens como senador.

    Requião teve breves passagens pelo PT e pelo Mobiliza, junto com seu filho, o deputado estadual Requião Filho (PDT).

    Roberto Requião é um crítico notório de Sergio Moro e Jair Bolsonaro, com visões ideológicas marcadamente opostas que se manifestam em embates públicos e posicionamentos políticos.

    Sua oposição a Moro intensificou-se com a Operação Lava Jato, que ele passou a questionar por métodos que considerava enviesados, chegando a escrever um livro e a desafiar o ex-juiz para debates.

    Requião argumenta que a operação tinha um viés político e que a aceitação do cargo de ministro da Justiça por Moro no governo Bolsonaro confirmou seu alinhamento a interesses políticos e não apenas ao combate à corrupção.

    A desaprovação de Requião a Bolsonaro baseia-se em visões nacionalistas e progressistas.

    Um momento chave dessa oposição ocorreu quando Moro deixou o governo e acusou o então presidente de interferir na Polícia Federal.

    Naquela ocasião, Requião usou o conflito para criticar ambos, sugerindo que as acusações de Moro contra Bolsonaro poderiam incriminar o próprio ex-ministro por um suposto conluio prévio.

    Recentemente, mesmo após apoiar a chapa presidencial de Lula, Requião continuou a expressar críticas a elementos do governo atual, comparando-os, em certos aspectos, à gestão anterior.

    Requião Filho disputa o Governo do Paraná em 2026
    Aliança com PT está fechada

    O deputado estadual Requião Filho (PDT) será o candidato ao governo do Paraná nas eleições de 2026.

    O movimento visa criar uma alternativa de oposição ao atual governo e, em especial, enfrentar diretamente o senador Sergio Moro (União Brasil), que lidera as pesquisas para o cargo.

    A candidatura de Requião Filho ganhou força após ele deixar o PT e se filiar ao PDT, em meados de 2025.

    Recentemente, o PDT no Paraná fechou aliança com a Federação Brasil da Esperança — que inclui PT, PV e PCdoB — garantindo o apoio de sua antiga sigla na disputa majoritária.

    Pesquisas de intenção de voto já o posicionam como o principal adversário de Moro, embora o senador lidere a corrida eleitoral no momento.

    Requião Filho tem intensificado as articulações políticas e se destacado na Assembleia Legislativa por sua postura fiscalizadora, o que reforça seu protagonismo na disputa pelo Palácio Iguaçu em 2026.



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    2 comentários em “Requião questiona em enquete se Bolsonaro e Moro presos podem ser ‘ressocializados’ ou ‘alfabetizados’”

    1. Gilson Fochesato

      Bozoloide: um pai que ensinou os quatro filhos a roubarem. Além de miliciano.

    2. Esses Estados do Sul parecem uma montanha russa, estão num sobe e desse, impressionante. Vão dá esquerda para a direita num piscar de olhos, o imediatismo é uma componente muito presente na hora de escolher, o Requião, gostese dele ou não, tem uma história de participação nos destinos do Estado, tem que ser levada à sério.

    Os comentários estão fechados.

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