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Pastor supostamente ‘pegava’ nora trazida pelo filho; este queria matar a mãe para colocar a culpa no pai e assumir a Igreja

Aconteceu no Pará, não é série da Netflix; caso vem sendo divulgado amplamente nas redes sociais desde a sexta-feira (26/dez)

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Kennedy Salles
Kennedy Salles Batista, Luciana Salles, o pastor Sales Batista e Raquel Viegas / Imagens reprocução/Carajás/Montagem


Marabá (PA) · Domingo, 28 de dezembro 2025

A Igreja Evangélica Assembleia de Deus Missão em Marabá anunciou o afastamento de seu presidente de longa data, Sales Batista, após a revelação de um suposto relacionamento extraconjugal com sua própria nora.

O caso, que mescla elementos de infidelidade pessoal e disputas por controle institucional, veio à tona na sexta-feira (26/dez) e rapidamente se espalhou pelas redes sociais, gerando debates sobre ética religiosa e integridade familiar.

A denúncia partiu da esposa do pastor, Raquel Viegas, que, suspeitando de traição, contratou um detetive particular para investigar.

As provas coletadas confirmaram o envolvimento de Sales Batista com Luciana Salles, casada com o filho do casal, Kennedy Salles Batista.

Em resposta imediata, a igreja emitiu um comunicado oficial na mesma data, informando o afastamento do líder e convocando os fiéis a um período de orações e jejum para “a restauração da família e da igreja”.

Sales Batista, que ocupava o cargo há 22 anos e também atuava como 1º vice-presidente da Convenção de Ministros das Igrejas Evangélicas Assembleias de Deus no Estado do Pará (COMIEADEPA), renunciou à posição na convenção, admitindo publicamente ser “humano e sujeito a falhas” em uma declaração posterior, conforme o portal cm7brasil.com.

Além do adultério, que por si só já chocou a congregação, surgiram alegações mais complexas de uma trama orquestrada pelo filho Kennedy para desestabilizar o pai e assumir o controle do patrimônio familiar e eclesial.

Fontes internas da igreja relatam que Kennedy teria incentivado o relacionamento entre Luciana e o sogro como forma de chantagem, visando fragilizar a autoridade paterna.

A Assembleia de Deus Missão em Marabá é conhecida por seu significativo patrimônio, estimado em milhões, incluindo propriedades e investimentos regionais, com Raquel Viegas detendo influência majoritária sobre esses bens.

Em um desdobramento ainda mais grave, Raquel solicitou uma medida protetiva judicial contra Kennedy, alegando temores de agressão física.

Relatos exclusivos do site Ver-o-Fato indicam que o filho planejava eliminar a mãe para herdar o controle total, culpando o pai pelo ato – uma acusação que, se comprovada, eleva o caso a níveis criminais.

Já o portal Folha do Estado destaca rumores sobre o passado de Luciana Salles, supostamente uma ex-profissional do sexo apresentada pelo próprio Sales Batista ao filho, que na época era casado e se divorciou para ficar com ela.

Há inclusive questionamentos sobre a paternidade de uma filha do casal Kennedy e Luciana, que poderia ser do avô.

A repercussão ultrapassou os limites de Marabá, alcançando fiéis em todo o Pará e além, com expressões de indignação e tristeza nas redes sociais.

Vídeos e postagens no Instagram e Facebook viralizaram, ampliando o debate sobre a vulnerabilidade de líderes religiosos a escândalos pessoais.

A igreja, por sua vez, iniciou uma transição de liderança, priorizando a investigação interna para restaurar a credibilidade.

Enquanto as autoridades civis não confirmaram envolvimento em inquéritos criminais, o caso serve como lembrete das tensões que podem surgir quando fé, família e finanças se entrelaçam em instituições poderosas.

Retrato de Alexandr Wang discutindo o futuro da colaboração homem-IA, capturado por Ethan Pines para Forbes.



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4 comentários em “Pastor supostamente ‘pegava’ nora trazida pelo filho; este queria matar a mãe para colocar a culpa no pai e assumir a Igreja”

  1. A igreja em geral está com a imagem devastada, todas elas estão, mas a evangélica é mais atacada, porque geralmente seus membros se comportam como mais julgadores dos outros, como se estivessem acima das pessoas, como se fossem melhores que a maioria, mas tem gente, como certos amigos meus, que nem negócio com evangélico faz, pelo histórico que eles com raras exceções construíram.

  2. REINALDO GONCALVES DA CRUZ

    Parece enredo de um filme, misturar família, finanças e religião não da certo.
    A maioria das igrejas não são mais casa de DEUS, são centros comerciais, vende tudo, até sexo

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